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Malásia

Onde ficar em Kuala Lumpur: os melhores bairros e hotéis

miniatura de brinquedo e feito de papelão das torres petronas de kuala lumpur na Malásia. As torres de brinquedo são azuis com bolinhas em azul claro, vermelho e branco e com os nomes Kuala Lumpur escritos em cada uma das torres. Atrás das torres tem um ponta lápis cheio de pincéis.

Antes de decidir onde ficar em Kuala Lumpur você deve pensar em uma questão fundamental no roteiro de sua viagem: quantos dias você ficará na capital da Malásia?

Kuala Lumpur normalmente não entra no roteiro de muitos viajantes. Mas por seus dois enormes aeroportos internacionais concentrarem grande quantidade de voos na região, dependendo de seu planejamento, ficar hospedado uma noite na cidade pode ser obrigatório em sua viagem.

Visão noturna das torres petronas em Kuala lumpur, as torres gêmeas mais altas do mundo

E para quem quiser estender sua estadia e aproveitar o que a Malásia tem a oferecer, conhecer seus melhores bairros e hotéis é o primeiro passo para trazer boas lembranças na bagagem.

Leia mais: O que fazer em Kuala Lumpur, a capital da Malásia

No nosso caso, estivemos duas vezes em Kuala Lumpur e em situações distintas:

Primeiro passamos uma noite apenas na cidade. Chegamos num voo à noite e partiríamos em outro bem cedo pela manhã, para o Laos. Neste caso decidimos ficar em um hotel próximo ao aeroporto e nem chegamos a conhecer Kuala Lumpur propriamente.

Depois, com mais tempo, ficamos sete dias na cidade. Pesquisando bastante, escolhemos ficar hospedados em um bairro próximo ao centro de Kuala Lumpur.

Do resultado destas duas experiências, elaboramos um guia mostrando onde ficar em Kuala Lumpur, com diversas opções de hospedagem.

Nossas sugestões variam de acordo com o tempo que cada viajante terá na cidade:

Os melhores bairros para ficar hospedado e conhecer Kuala Lumpur

mulher morena posando em frente ao monumento em kuala lumpur, na Malásia, onde está escrito I heart (símbolo de coração) KL, ou seja, Eu amo Kuala Lumpur. A mulher veste vestido com estampa típica do sudeste asiático, com cores azuis, o monumento é na cor vermelha. Atrás pode-se ver árvores verdes, céu azuis e prédios altos.

Se você quer explorar a capital da Malásia de verdade, procure sua hospedagem em algum dos bairros no entorno do centro da cidade. Há diversos locais interessantes em Kuala Lumpur e bem diferentes entre si. Sua decisão pode mudar consideravelmente sua forma de explorar a cidade.

Essencialmente sua escolha deve considerar que cada bairro se diferenciará conforme o padrão de hospedagem procurado, a oferta de transporte público e a proximidade com pontos de interesse na cidade.

Bukit Bintang

Bukit Bintang é escolha certeira na hora de decidir onde ficar em Kuala Lumpur. O bairro, recheado de shoppings, bares, restaurantes e de vida noturna ativa, é o mais voltado ao público internacional que chega à cidade e o que mais oferece opções de hospedagem, em geral de padrão médio e alto.

Imagem do alto mostrando o centro novo de kuala lumpur visto do alto das torres petronas

Para se locomover, Bukit Bintang ainda conta com duas estações do monotrilho. O KL Monorail liga o bairro ao centro da cidade e passa por diversas atrações no caminho.

Para ser certeiro em sua busca, veja opções de hospedagem próximas à estação Bukit Bintang do monotrilho.

Bukit Bintang será certamente nossa escolha para ficarmos hospedados em uma futura visita a Kuala Lumpur.

Chinatown

Para os que querem economizar na hospedagem e ter toda a facilidade de deslocamento possível na cidade, a melhor escolha é ficar hospedado na Chinatown de Kuala Lumpur.

Chinatown é a área ao redor da Jalan Petaling, uma rua onde todo dia acontece uma feira de produtos de origem duvidosa. Ao contrário de muitas outras ao redor do mundo, a Chinatown de Kuala Lumpur não é tão caótica ou perigosa e é um bom lugar a ficar hospedado.

A região oferece acesso às duas linhas de trens urbanos da cidade, o LRT, com a estação Pasar Seni, na linha Kelana Jaya (que vai até as Torres Petronas) e a estação Plaza Rakyat, na linha Sri Petaling & Ampang (que vai até o Terminal de ônibus de Pudu). Além disso, bem próxima fica a estação Maharajalela do Monotrilho, que leva até a região de Bukit Bintang.

Em nossa estadia na cidade ficamos hospedados no Lantern Hotel, que fica justamente na Jalan Petaling. A experiência foi ótima e o hotel é excelente.

O centro antigo de Kuala Lumpur (KL Sentral)

Outra opção com boa localização é ficar hospedado no centro antigo de Kuala Lupur, nos arredores da estação de trens KL Sentral. É de lá que partem os trens que ligam a Malásia ao Sul da Tailândia e à fronteira com Cingapura. Da KL Sentral também sai o trem que liga o centro da cidade ao aeroporto (o KLIA Express).

Ali estão próximos os pontos turísticos mais centrais da cidade e é possível acessar todos os outros meios de transporte público.

Dois meninos brincam no interior da mesquita nacional da Malásia em Kuala Lumpur

O lado ruim de ficar hospedado no centro é a pouca oferta de restaurantes e atividades noturnas, quando a área fica um pouco deserta. O excesso de viadutos e estradas de alta velocidade cruzando a área também pode criar dificuldades extras.

Ainda assim, é no centro antigo que estão localizadas as cadeias mais famosas de hotéis internacionais, como o Hilton e o Le Méridien, sendo a escolha perfeita a quem prefere manter o padrão já conhecido destas redes.

Explore outras opções de hospedagem no centro antigo de Kuala Lumpur, o KL Sentral.

O centro novo de Kuala Lumpur (KLCC – Kuala Lumpur City Center)

Com a construção das Torres Petronas, o eixo de desenvolvimento urbano de Kuala Lumpur foi deslocado para uma nova região da cidade. Ao redor das torres surgiu um novo bairro com foco comercial e a região foi batizada com o mesmo nome do complexo onde estão localizadas as famosas torres – KLCC, ou Kuala Lumpur City Center.

Leia mais: As Torres Petronas em Kuala Lumpur, na Malásia

O novo centro de Kuala Lumpur conta com uma estação de trens urbanos (KLCC), restaurantes, shopping e diversas opções de hospedagem. A maioria é de altíssimo padrão, mas com cuidado é possível encontrar ofertas mais em conta.

Para quem quer ser vizinho das Torres Petronas, veja opções de hotéis no novo centro de Kuala Lumpur, o KLCC.

Onde ficar em Kuala Lumpur por algumas horas

Uma torre Petronas vista do alto de outra torre petronas, O céu está nublado e lá embaixo é possível ver toda a cidade de Kuala Lumpur, na Malásia, cheia de prédios altos. As torres petronas tem um formato de ogiva, e em seu topo, uma antena pontiaguda se encontra.

Caso sua estadia em Kuala Lumpur se restrinja a uma conexão entre voos, mesmo que haja uma noite inteira de intervalo entre um e outro, vale considerar nem sair do aeroporto para facilitar seu planejamento.

Os dois terminais, chamados KLIA1 e KLIA2, são enormes e ficam afastados do centro de Kuala Lumpur. Mas ambos oferecem aos viajantes opções de hotéis localizados dentro da sala de embarque. Isto faz com que, reservando uma noite ali, você não precise sequer passar pela imigração na chegada à Malásia, poupando também uma segunda passagem pela segurança e raio-x quando for embarcar no voo seguinte.

Quem decidir ficar hospedado em um desses hotéis deve ficar atento a alguns pontos:

  • Com os hóspedes em trânsito, estes hotéis não cobram por diária, mas por período, que pode ser de quatro, seis ou doze horas, dependendo do estabelecimento.
  • No momento do check-in é necessário apresentar o bilhete aéreo comprovando o trânsito no aeroporto. Não é permitido ficar hospedado sem isso.
  • A conexão deve ser obrigatoriamente entre dois voos internacionais que cheguem e partam do mesmo terminal, seja o KLIA1 ou KLIA2, uma vez que não há conexão física entre os dois aeroportos.

Opções de hospedagem no KLIA1

O Sama-Sama Express do KLIA1 fica próximo ao portão C5 e oferece quartos por períodos de 6 ou 12 horas.

Já o Snooze KL fica próximo ao portão G8 do KLIA1, oferece apenas estadias de 6 horas e pode ser uma opção mais econômica.

Opção de hospedagem no KLIA2 (antigo LCCT)

No KLIA2, o antigo terminal low cost de Kuala Lumpur, também existe uma opção de hotel de trânsito, o Sama-Sama Express do KLIA2, com a mesma qualidade e opções de estadia de 6 ou 12 horas.

Onde ficar em Kuala Lumpur por uma noite

mulher branca usando o hijab, o véu islâmico na cor preta, com bordados dourados no topo do cabeça. A vestimenta usada por baixo é lilás. A foto foi tirada de perfil.

Para quem tem mais de 12 horas de conexão, ou simplesmente prefere ter uma diária completa de hotel, ao redor dos aeroportos de Kuala Lumpur ainda existem hotéis regulares que são conectados diretamente aos terminais. Nestes casos é preciso passar pela imigração, coleta de bagagens e alfândega da Malásia. Mas dá pra retornar ao terminal andando, o que facilita enormemente o processo.

No KLIA1 a opção é o Sama-Sama Hotel, a versão padrão da rede. Ele é conectado ao terminal por uma ponte suspensa, mas ainda assim oferece serviço gratuito de translado, em buggys. Aqui as diárias são regulares e o hotel oferece piscina, quadra de tênis e sauna.

Já no KLIA2 a alternativa de hospedagem colada ao aeroporto é o Tune Hotel KLIA2, que pertence ao mesmo grupo da Air Asia, a maior companhia que opera no terminal low cost.

Querendo economizar, o distrito de Sepang, onde estão os dois terminais, também é onde está o autódromo usado pela Formula 1 na Malásia. Isto faz com que a região seja lotada de opções de hospedagem. Lembre-se, no entanto, que escolher um hotel em Sepang exigirá uma corrida de ida e volta em taxis até o aeroporto.

Veja algumas opções de hospedagem em Sepang.

Quantos dias ficar em Kuala Lumpur?

Após nossas experiências em Kuala Lumpur, acredito que a cidade não deva ser deixada de lado num roteiro pelo Sudeste Asiático.

Com nosso modo mais lento de viajar, ficamos sete dias na capital da Malásia. Mas ficaríamos ainda mais para conhecermos mais detalhes da sociedade malaia que nos fascinaram, especialmente a culinária e a relação de seu povo com a religião.

Para quem tem tempo contado, talvez três dias sejam suficientes: um para explorar o centro antigo e seus museus, outros para a parte nova da cidade, as torres petronas e a vida noturna, e um terceiro para visitar os templos hindus nas Batu Caves.

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Sobre o Autor

Carlos

Carlos nasceu em Petrópolis/RJ. Quando tinha 20 anos decidiu que, sozinho, viajaria para o lugar mais distante que pudesse com o primeiro dinheiro que conseguiu acumular. Após muita pesquisa e economia, saiu do país pela primeira vez e rodou por quatro países. De ônibus. Nos anos seguintes dificilmente havia um em que não estivesse planejando outra viagem. Hoje o produto destas pesquisas é compartilhado publicamente aqui, no Vida Cigana.

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