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Austrália

O que fazer em Sydney: 13 pontos turísticos indispensáveis

O que fazer em Sydney: A Ópera de Sydney a noite, iluminada, na beira do mar

Na hora de escolher o que fazer em Sydney, a maior cidade da Austrália, o turista encontrará várias atrações indispensáveis para seu roteiro. O turismo na cidade vai além do seu edifício mais famoso, a Ópera de Sydney.

Sydney é uma cidade é bastante cosmopolita, reúne o que tem de mais moderno e famoso na Austrália, além de combinar arquitetura com a mais bela natureza. A cidade é parada obrigatória a quem se desloca até a Austrália, até porque tem muito chão até lá, não é mesmo?

O que fazer em Sydney num roteiro pela Austrália

O que fazer em Sydney: a Ópera de Sydney vista da ponte, com uma balsa passando na frente do edifício

Sydney é porta de entrada para quase todo turista que visita a Austrália. Capital do estado de New South Wales, é a maior metrópole do país e de toda a região que nós brasileiros denominamos Oceania, abrigando quase cinco milhões de habitantes.

Desde o boom pelo qual a cidade passou quando foi sede dos Jogos Olímpicos de 2000, Sydney é altamente procurada como destino de todos os tipos de viajantes, recebendo milhões de turistas por ano.

A importância de Sydney na história

O que fazer em Sydney: A ópera de Sydney vista dos Royal Botanic Gardens com a Harbour Bridge ao fundo, com galhos de uma árvore em primeiro plano

A Austrália pode ser um país bem recente, se comparada aos países europeus, por exemplo, mas a região é uma das mais ancestrais do mundo. Sydney foi o primeiro local onde os europeus se estabeleceram no continente australiano, o que a torna a cidade mais antiga do país.

Mas antes mesmo da chegada dos colonizadores, a região já era habitada pelos aborígenes há milênios. Após o desembarque dos ingleses em 1788, foi transformada em mais uma das colônias penais, das tantas que espalharam por todo o país, permanecendo assim até meados do século XX. É incrível pensar que uma cidade tão moderna e cosmopolita como Sydney foi fundada como um enorme presídio.

E é o melhor de tudo é poder conhecer todas essas camadas de história ao escolher o que fazer em Sydney.

13 pontos turísticos de Sydney indispensáveis para sua viagem

O que fazer em Sydney: Harbour Quay a noite, com a Ópera do lado direito e a ponte do lado esquerdo

É bem provável que ao visitar Sydney o turista não queira mais ir embora. Mas como morar lá não é pra qualquer um, nada melhor do que aproveitar do melhor que a cidade tem a propor, não é mesmo?

Nesse caso citamos as melhores atrações que não podem ficar de fora em um roteiro por Sydney. Ter uma visita bem otimizada à cidade é essencial, visto que o deslocamento até aquela região do mundo é custoso e poucos são aqueles que conseguirão visitar a cidade em mais de uma oportunidade.

Assim, um roteiro completo por Sydney deve incluir:

  1. Sydney Harbour e Circular Quay
  2. Harbour Bridge
  3. Ópera de Sydney
  4. Royal Botanic Gardens
  5. The Rocks
  6. Centro de Sydney
  7. Hyde Park
  8. Bondi Beach
  9. Manly
  10. Darling Harbour
  11. Oxford Street
  12. Cockatoo Island
  13. Bate e volta para as Blue Mountains

1. Sydney Harbour e Circular Quay

O que fazer em Sydney: O Circular Quay, cheio de mesas na beira do mar, com a Ópera de Sydney do lado direito da foto e a Harbour Bridge, a ponte do porto, do lado esquerdo

Sydney é banhada pelo Port Jackson, o maior porto natural do mundo, dentro do qual se encontra o Sydney Harbour, que é o ponto mais visitado da cidade e do país.

Ali é onde praticamente tudo acontece. Abriga a mais que conhecida Ópera de Sydney e a Sydney Harbour Bridge, a icônica ponte que aparece ao fundo da opera em todos os cartões postais da cidade.

Um passeio muito agradável é caminhar por suas orlas, indo do antigo bairro de The Rocks, passando pela Circular Quay, um calçadão que vai do bairro de The Rocks até a Ópera, formando um “U”.

Em grande parte da Circular Quay não há a interferência de carros e ônibus. No caminho entre a ponte e a Ópera é possível desfrutar de vários restaurantes, cafés, lojas, cinemas e acompanhar exposições de esculturas de artistas internacionais incríveis.

Ali também fica a estação intermodal de trens, metrôs e ferries para diversos destinos ao redor do porto, sendo o passeio mais famoso deles até a península de Manly. O porto é bem movimentado, pois grande parte dos barcos para ilhas e regiões ao redor partem dali. Na hora de buscar um hotel para ficar hospedado em Sydney, o Circular Quay é uma das alternativas mais interessantes.

Caso queira ter as vistas mais fantásticas da Ópera de Sydney e da Harbour Bridge, vá até o lado oeste da Circular Quay, no antigo sítio do Fort Denison. De lá é possível fotografar o famoso prédio de lado e passar por baixo da ponte.

2. Harbour Bridge

O que fazer em Sydney: A Harbour Bridge, a ponte mais famosa da Austrália, por cima do mar, com o céu azul

A Harbour Bridge é a famosa ponte que aparece em praticamente todos os postais de Sydney. Fica junto à Ópera de Sydney, sendo uma das grandes atrações da cidade.

A ponte possui uma calçada para pedestres de onde a vista é simplesmente inacreditável. De lá de cima, é possível ver todo o Sydney Harbour e a Ópera de vários ângulos diferentes. Caso decida não pegar nenhum ferry para observar o porto, a ponte é, com toda certeza o melhor local para ver o edifício com a cidade ao fundo.

O que fazer em Sydney: A vista da Baía de Sydney da Ponte do Porto, com a Ópera lá embaixo no mar, do lado direito da foto

Caso a calçada de pedestres ainda seja pouco para sua visita, há um mirante com visitação paga no topo dos pilares de sustentação da ponte.

E se a subida ao mirante ainda não o satisfaça, você pode escalar os arcos da ponte! Caso o medo de altura não seja um empecilho, certamente não haverá vista melhor do que de lá de cima. O preço da aventura é bem salgado e não é permitido tirar fotos de lá, o que o obrigará a pagar pelas fotos da empresa responsável pelo tour para ter uma lembrança do momento, mas vale a experiência. É um passeio super seguro e que aceita crianças acompanhadas a partir dos 8 anos.

3. Ópera de Sydney

O que fazer em Sydney: A Ópera de Sydney, imponente, em um dia nublado

Ir até Sydney e não visitar a Ópera é um pecado. O edifício é um dos mais famosos e importantes do mundo e atração número 1 na lista do que fazer em Sydney de praticamente todos os turistas que visitam a cidade. Sua visitação interna é tão interessante quanto o passeio no entorno do prédio.

O que fazer em Sydney: O interior da Ópera de Sydney, com seu carpete roxo e forro de madeira

Para entrar na Ópera compre o ingresso com certa antecedência. Dependendo do dia, os horários podem estar esgotados. Um guia acompanha os grupos por todas as áreas do local, explicando desde fatos técnicos a curiosidades.

4. Royal Botanic Gardens

O que fazer em Sydney: O Royal Botanic Gardens com seus gramados verdes e os prédios altos do centro ao fundo

Atrás da Ópera de Sydney ficam os Royal Botanic Gardens, o jardim botânico da cidade. O local foi aberto em 1816 e abriga a casa do governador dentro de seu perímetro.

Em um dos pontos mais visitados do parque é possível ter a clássica vista dos cartões postais de Sydney, com a Ópera e a Harbour Bridge ao fundo. Incrível! A caminhada até lá beira a baía, sendo muito prazeroso sentar em uma mureta e apenas observar o mundo em volta. Pena que o parque só fica aberto até o pôr do sol. A entrada é gratuita.

5. The Rocks

O que fazer em Sydney: O centro do bairro de The Rocks, com seus prédios antigos, cheio de restaurantes e bares

The Rocks é um dos bairros mais antigos de Sydney. Lá ainda se encontram várias edificações que sobreviveram à grande demolição que aconteceu ali no início do século XX.

A região em sua origem tinha uma péssima reputação, sendo repleta de cortiços frequentados por marinheiros e prostitutas. Em 1900 a peste bubônica atingiu o local, o que levou a decisão do governo de demolir mais de 3800 estabelecimentos. A peste nunca foi comprovada de fato e algumas hipóteses defendem que a praga no local tenha sido inventada para justificar a remoção da área em prol do desenvolvimento urbano.

O que fazer em Sydney: The Rocks visto de cima, com suas casinhas coloridas e prédios do centro gigantescos atrás

Após o evento, o bairro caiu no esquecimento por décadas até ser revigorado recentemente, com vários restaurantes, pubs e ótimos hotéis com vista para o Circular Quay e a Ópera. Vale a pena uma caminhada pelas ruas do bairro para conhecer mais sobre esse passado sombrio do país, onde ainda é possível ver vestígios de casas e fotografias do passado que retratam como as primeiras gerações de colonos nascidas na Austrália moravam.

Além disso, The Rocks também conta com uma grande feira que toma conta de suas ruas de sexta a domingo, sempre com barraquinhas de roupas, acessórios e de comidas. Para quem quer comer de uma forma divertida, assistir apresentações culturais e ainda levar suvenires para casa, aqui é o melhor lugar.

6. Centro de Sydney

O que fazer em Sydney: O centro da cidade em um passeio público com prédios históricos dos 2 lados da calçada

O centro de Sydney, apesar de não ter grandes atrativos se comparado com a baía ali do lado, também possui várias pontos turísticos interessantes. Fica a uns 25 minutos a pé do Circular Quay, mas para quem não quiser caminhar, há um ônibus gratuito que faz um percurso entre o Circular Quay e a estação de Sydney Central.

Lá se encontram vários prédios antigos, como o Queen Victoria Building, citado por Pierre Cardin como “o shopping center mais bonito do mundo”. Construído em 1898, é majestoso, com seu interior repleto de lojas, restaurantes e cafés irresistíveis.

Junto aos prédios antigos se misturam outros modernos, como a Sydney Tower Eye, a torre da cidade e ponto mais alto, onde é possível subir e ver tudo bem de cima, com vista panorâmica. Além do deck de observação, é possível almoçar ou jantar no restaurante rotatório da torre, que vai girando bem devagar, permitindo que o visitante ver toda a cidade em 360 graus sem sair da mesa.

7. Hyde Park

O que fazer em Sydney: Uma catedral iluminada pelo por do sol no fundo da imagem com uma estátua dentro de uma fonte em primeiro plano

Também um ponto alto do centro, funcionando quase como um Central Park de Sydney, o Hyde Park é uma enorme área verde em meio aos edifícios modernos. Lá fica a St Mary’s Cathedral, igreja católica em estilo neo-gótico.

Além disso, no parque também se encontra o Hyde Park Barracks Museum, um museu construído por e para presidiários. O edifício originalmente abrigava um presídio, hospital, corte, entre outros.

Hoje o museu mostra como era a vida dos convictos que foram enviados ao país para formar o que hoje chamamos de Austrália. O museu está na lista de patrimônio mundial da UNESCO, e é um dos prédios mais importantes da história do país. (encontra-se fechado temporariamente para reformas, com previsão de reabertura para o fim de 2019)

Outro museu ao lado do parque que vale a pena visitar é o Australian Museum, especializado em história natural e que conta com uma coleção das espécies mais perigosas da Austrália.

8. Bondi Beach

O que fazer em Sydney: Bondi Beach, com suas praias com águas verde vivo, com várias ondas e areias douradas

Uma das praias mais queridas da Austrália, Bondi atrai turistas durante o ano todo. Com seu mar perfeito para o surfe e também para quem quer aprender a surfar, Bondi tem águas de um verde claríssimo, ondas brancas e areias douradas.

É uma visita obrigatória em sua passagem na cidade. Fica a quarenta minutos de ônibus do Sydney Harbour.

Para ir até lá, o aconselhável é pegar o ônibus 333 ou o 380 direto no Circular Quay. Ali ficam as paradas de ônibus e as cabines para comprar os tickets, que não podem ser vendidos dentro dos ônibus.

Bondi é muito descolada, apresentando um centrinho agradável, cheio de lojas de rua e cafés. Em seu calçadão, grafites de todas as formas e gostos enfeitam a praia que já é bonita por si só. Crianças e adultos vão até lá para praticar esportes como skate e parkour.

O que fazer em Sydney: As piscinas de Bondi Beach, na beira do mar, onde as ondas do mar se juntam às águas da piscina

No final da praia fica a piscina mais legal da Terra, a Bondi Icebergs Swimming Club. São duas piscinas olímpicas no meio do mar!

A água do mar bate na borda da piscina tornando mágico para quem está nadando e para quem está assistindo. É um dos lugares mais fotografados da cidade, com certeza.

Caso queira entrar nas piscinas, é só pagar o ingresso no local, sem restrição de horário, exceto pela sua abertura e fechamento. Além da piscina, no clube também fica um bistrô, que oferece maravilhosos pratos e drinks.

9. Manly

Manly é uma península que fica a meia hora de ferry (F1) saindo de Circular Quay. Para otimizar seu roteiro também é possível reservar uma lancha para chegar mais rápido na praia.

Sua praia é uma das mais famosas da cidade, chamada de Manly Beach, que é a maior faixa de areia. Seguindo para o norte, a península apresenta outras praias e piscinas naturais chamadas de Fairy Bower e Shelly Beach.

Manly também é uma boa opção para quem quer observar a vida marinha australiana caso sua viagem não inclua uma passagem pela Grande Barreira de Corais.

10. Darling Harbour

Ao lado do Circular Quay, Darling Harbour é outro porto bastante famoso em Sydney e muito frequentado por locais e turistas.

Por ali estão os melhores lugares para fazer compras e onde ficam os melhores restaurantes, bares e pubs. Além disso, é o local ideal para embarcar em vários passeios que exploram a Baía de Sydney.

Com várias atrações para crianças como o antigo carrossel, o Darling Harbour ainda conta com shows de fogos de artificio todos os sábados, às 20:30 e alguns museus bem legais, como o Museu Marítimo.

11. Oxford Street

Para quem gosta de badalar a noite, a Oxford Street é o ponto mais famoso da cidade. Cheia de boates, bares e pubs, o reduto ficou famoso por seu público LGBT, que se concentra no bairro de Darlinghurst, mas que hoje é frequentado por vários outros grupos indo mais pro lado de Paddington.

A rua é fechada durante a Parada Gay e o Mardi Gras, que é como chamam o período do carnaval lá.

12. Cockatoo Island

A ilha é um patrimônio mundial da UNESCO, pois lá 11 prédios formam um conjunto que abrigava presidiários quando a Austrália foi colonizada.

Ao contrário do que é visto em outros pontos do país, onde a evolução do país é vista pelas mãos dos convictos, em Cockatoo Island o turista pode ver como era cruel a rotina dos moradores da ilha, que eram explorados num país que não conheciam.

Muitas ruínas, trilhos de trem e antigos portos estão espalhados pela ilha, o que traz um clima melancólico a uma cidade tão solar como Sydney.

Visita importante para quem quer conhecer a história da Austrália mais a fundo. Os barcos de passeio saem do Sydney Harbour.

13. Bate e volta para as Blue Mountains

As Blue Mountains fazem parte de uma das regiões próximas de Sydney com aspecto mais selvagem. Lá é possível estar em meio a selva em menos de 2 horas de distância da cidade grande.

É uma região linda, cheia de cachoeiras, árvores que ficam azuladas dependendo da hora do dia e trilhas com animais selvagens. É um lugar que merece a visita caso tenha tempo disponível em seu roteiro.

Passeios em formato de bate e volta saindo de Sydney partem todos os dias. Para quem tem mais tempo no roteiro, prefira passar a noite lá, como nós fizemos.

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Uma lista completa do que fazer em Sydney, a maior cidade da Austrália, com várias dicas das atrações mais conhecidas e algumas outras mais alternativas, para diferentes tipos de turistas.
Tudo o que você precisa saber na hora de escolher o que fazer em Sydney, com uma lista das melhores atrações da cidade, para curtir muito sua estadia na maior cidade da Austrália sem deixar nada para trás.
 

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Sobre o Autor

Larissa

Larissa é nascida em Niterói/RJ, mas já estudou em Nova York e morou na Nova Zelândia por um ano antes de iniciar a volta ao mundo que terminou em 2016. Sonhando em viajar desde que se entende por gente, mantinha um caderno cheio de recortes de jornais e revistas sobre o Egito quando tinha 7 anos de idade. Hoje esse caderno é virtual e engloba vários destinos. Os “recortes” são produzidos por ela e pelo Carlos, semanalmente, no Vida Cigana.

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