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O que fazer em Melbourne – a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo

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Em 2015 Melbourne foi eleita, pelo quinto ano consecutivo, a melhor cidade para se viver do mundo. E imediatamente vocês nos perguntar: é isso mesmo? Sim, é isso e muito mais!

Melbourne é uma cidade incrível em todos os sentidos e após nossa visita entrou rápido para nossa lista de cidades preferidas. Não teríamos dúvida de onde escolher morar na Austrália, caso pudéssemos.

Leia mais: Onde ficar em Melbourne: os melhores bairros e hotéis.

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The Atrium, na Federation Square

Antes de irmos para lá, não sabíamos muito da cidade, tirando o fato de que era culturalmente rica e ativa. Não entendíamos porque tantas pessoas que já haviam visitado Melbourne falavam tantas maravilhas sobre a cidade. Achávamos que seria só mais uma metrópole, estéril e sem personalidade.

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Arte de rua todo o dia!

Estávamos completamente enganados.

Depois de rasgar bastante seda, fica a mais importante pergunta: o que fazer em Melbourne?

Leia Mais: Perth, Austrália: o que fazer na cidade grande mais isolada do mundo.

O que fazer em Melbourne?

Prefere ver em video? Olha só um resumão do que fizemos em Melbourne nos nossos dias por lá!

Melbourne é a capital e maior cidade do estado de Victoria, região no Sudeste do país, relativamente próxima da Tasmânia, e segunda cidade mais populosa do país depois de Sydney.

A cidade se localiza na baía de Port Phillips e seu centro fica nas margens do Yarra River, grande rio de onde as fotos mais icônicas são tiradas.

É uma cidade fria, então prepare seus casacos, pois lá venta e chove bastante. Antes de decidir o que fazer em Melbourne, cheque a previsão do tempo, pois você pode acordar em um lindo dia ensolarado e enfrentar uma chuva no meio do caminho. Nada que vá atrapalhar seu passeio, pois elas vêm na mesma rapidez que vão.

Leia mais: Prefere o calor? Conheça Rottnest Island, a ilha das quokkas e das melhores praias da Austrália.

Depois de passarmos cinco dias desfrutando de tudo que a cidade tem a oferecer (e partir com dor no coração), fizemos um apanhado de dicas sobre o que fazer em Melbourne.

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1. Federation Square e toda sua bagagem cultural

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St Paul’s Cathedral e o ACMI

A Federation Square é o coração de Melbourne. Uma praça pequena, mas cheia de vida e com inúmeros museus e prédios históricos. Ali, o antigo se mistura com o que há de mais moderno, e a cultura chega a ser palpável de tanta variedade em um único local. Uma vez ali você nunca ficará sem ter o que fazer em Melbourne.

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Com seu chão de paralelepípedos avermelhados, a praça tem um formato de U, cercada de prédios ultramodernos, em sua maioria para finalidades culturais. Em seu ambiente aberto existe um telão onde são exibidos filmes, TV ao vivo com jogos esportivos, declarações políticas e jornais, onde cadeiras de praia são dispostas para quem quiser sentar seja para assistir a algo, lanchar ou somente pegar um sol e ver o tempo passar.

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Flinders Street Station é o prédio amarelo 🙂

Ao lado esquerdo da Federation Square fica a maior estação ferroviária da cidade, a Flinders Street Station, prédio histórico do início do século XX. Ela liga o centro aos subúrbios da cidade através de metrôs e é muito movimentada. Vale a pena tirar várias fotos do seu prédio, que é muito bonito.

2. Vire artista na rua mais hype de Melbourne

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Em frente à praça fica a igreja anglicana St Paul’s Cathedral, um dos símbolos da cidade, construída no final do século XIX. Ao lado da catedral fica uma das ruas mais hypes da cidade, a Hosier Lane, um beco totalmente grafitado por quem quiser chegar lá e deixar sua arte.

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Muita gente pode ficar com medo ao entrar nela pela imagem errônea que algumas pessoas ainda têm do grafite, mas a rua é muito segura e repleta de turistas. Trafegue sem preconceito.

3. O imperdível ACMI e suas exposições de tirar o fôlego

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Em seu miolo, a Federation Square abriga o ACMI, o Australian Centre of Moving Image (ou Centro Australiano da Imagem em Movimento), um dos mais importantes e interessantes museus da Austrália. Ao seu redor, vários restaurantes podem ser apreciados.

Quando visitamos Melbourne, a maior exposição do ACMI era a “David Bowie Is”, um apanhado de todos os detalhes da vida e carreira de David Bowie (dã), que já rodou o mundo. Indo desde inspirações para suas músicas até figurinos e métodos de gravação, a exposição é um verdadeiro banho para os olhos. Magnífico. Infelizmente não era permitido fotografar/filmar a exposição e sua entrada custava 25 dólares australianos (ai!). Para quem visitar Melbourne até novembro (de 2015), faça o favor, e vá ver essa exposição!

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As outras exposições do museu, geralmente duas, são gratuitas. Uma delas é permanente e conta toda a trajetória da imagem em movimento, indo desde os primórdios do cinema, passando por vídeo games (você pode jogar em várias plataformas), animações de estúdios como a Disney, indo até os dias de hoje com o 3D. É muito divertido e extremamente interativo!

4. Caminhando pelas margens do rio mais famoso de Melbourne

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Caminhando por trás da Federation Square chega-se ao Yarra River, o rio mais famoso da cidade. Vários restaurantes se encontram em suas margens, e em dias de sol eles ficam cheios de pessoas apreciando sua culinária e provando de suas cervejas. Além disso, é um passeio muito agradável caso só queira deitar na grama e observar os barcos passarem. Um dos pontos altos da cidade!

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Atravessando a ponte mais conhecida do Yarra, a Princes Bridge, você tem uma das vistas mais fantásticas da cidade, especialmente durante a noite. Com Melbourne toda iluminada, é possível ver como a cidade grande se espelha nas águas do rio. Ótimo para quem gosta de tirar fotos em longa exposição.

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Leia mais: 13 dicas de fotografia para melhorar suas fotos de viagem.

5. A região verde do outro lado do rio: NGV, o Jardim Botânico e o Museu da Guerra

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Continuando pela Princes Bridge, você chega na National Gallery of Victoria (NGV). Uma galeria de arte gigantesca, com um visual moderno e conteúdo milenar que apresenta material desde o Egito Antigo até pinturas contemporâneas.

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Do outro lado da rua, e após certa caminhada, fica o Royal Botanic Gardens, o jardim botânico que pinta de verde a selva de pedra. Uma tarde passeando em seu interior, em meio a pássaros exóticos (para nós, brasileiros), terminando no Shrine of Remembrance, vale muito a pena.

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Este último, o Shrine of Remembrance, é um templo enorme com homenagens aos soldados australianos e neozelandeses que morreram nas Guerras Mundiais. Com seu exterior parecendo um templo grego, possui internamente uma cúpula majestosa, um museu em seu subsolo com cada detalhe das batalhas, e o mais legal, é permitido ir até seu topo para ver toda a cidade em 360º no fundo do verde do jardim botânico.

6. Apreciando a culinária e fazendo compras no centro de Melbourne

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Na hora de decidir o que fazer em Melbourne, sua culinária sofisticada e cosmopolita deve entrar no cardápio, já que em seu centro é possível provar um pouco de cada canto do mundo.

Indo ao norte da Federation Square, é legal visitar a Chinatown, onde você encontra inúmeros restaurantes orientais para todos os gostos, e também o Greek Precinct, ruas que foram ocupadas por imigrantes gregos, também cheias de restaurantes especializados em comida mediterrânea.

Para quem gosta de fazer compras (e tem dinheiro para isso), nessa região da cidade ficam as maiores grifes do mundo, como Armani, Prada, Louis Vuitton, Bvlgari, etc. Tem também a queridinha de quem gosta de estilo pagando um preço legal, a H&M.

E para quem quer comprar lembrancinhas, o Queen Victoria Market é o seu lugar. Um mercado de perder de vista, com inúmeras barracas vendendo cangurus e coalas de pelúcia, bumerangues aborígenes, camisetas, bolsas e até comidas típicas.

Como se locomover em Melbourne

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O que torna Melbourne realmente especial e diferente das demais cidades australianas é seu centro compacto e acessível. A maior parte de suas atrações fica localizada a poucas quadras de distância umas das outras, o que torna a caminhada sempre prazerosa.

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Não apenas o centro é caminhável para quem tem fôlego e disposição, como a cidade ainda oferece uma rede completa de “trams” – uns bondinhos modernos, que rodam por todas as suas principais atrações. Locomover-se com eles de um ponto a outro em Melbourne é tarefa bem simples, confortável e de entendimento imediato, poupando um enorme estresse aos turistas.

Free Tram Zone

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Não só os trams são perfeitos a quem circula pela cidade, como Melbourne ainda instituiu no centro uma região conhecida como “Free Tram Zone” – uma área onde o bondinho trafega gratuitamente para qualquer usuário que embarque e desembarque dentro de seus limites. Esta área abrange todo o centro da cidade e como é lá que estão as principais atrações turísticas, é possível ter gasto zero – ou próximo disso numa visita à cidade.

MYKI Card

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Como no centro os bondinhos são gratuitos, se você se restringir a eles não precisará nem se preocupar em conseguir um MYKI Card. Mas caso seu roteiro te leve para fora da zona gratuita, você precisará adquirir um deles.

E o que é um MYKI? É o passe de transporte municipal, um cartão usado na região de Melbourne para pagar os transportes públicos, uma vez que os veículos não aceitam mais dinheiro como pagamento.

Como algumas atrações ficam fora da área abençoadamente gratuita, é bom olhar o mapa da cidade e a rede do bondinho para adquirir o cartão antes de se dirigir a outros locais.

Você deve registrar seu MYKI cada vez que entrar em qualquer meio de transporte da cidade e os aparelhos calcularão automaticamente a tarifa a ser debitada. Ninguém fiscaliza se você passou ou não seu cartão ao entrar no veículo, mas todos são extremamente honestos, e é por isso que o transporte público funciona tão bem. Logo, nada de usar a malandragem brasileira aqui. Seja legal e pague pelo serviço.

Recicle seu MYKI!

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Assim que pisamos no centro de Melbourne, recém-chegados do aeroporto, fomos parados por uma menina desconhecida que nos ofereceu seu MYKI, porque estava indo embora da cidade (obrigado, menina!). E depois vimos que isso é extremamente comum na cidade – os cartões são repassados de uns aos outros para que os novos visitantes não tenham que pagar por novos cartões.

Para quem preferir adquirir um cartão novo, é muito fácil comprar o seu em qualquer loja 7eleven (lanchonetes 24h que são encontradas em praticamente todas as esquinas) e outros pontos da cidade. Informe-se no site oficial.

7 e 8. Atrações fora da Free Tram Zone que devem ser visitadas

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De posse de seu MYKI sua decisão sobre o que fazer em Melbourne ganha novas possibilidades:

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Ao norte do centro, atrás do Carlton Gardens, fica o Melbourne Museum, museu tradicional que apresenta ossadas de dinossauros e outros animais já extintos que viviam na Austrália. Mas o interessante é a galeria sobre a história aborígene. Muito didática, nos faz abrir os olhos quanto à realidade dos primeiros ocupantes da terra chamada Austrália, mostrando sua cultura, que é a mais antiga do mundo e todo seu sofrimento desde que o homem branco chegou. Tudo sendo contado por verdadeiros aborígenes. Emocionante.

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Dentro do museu também fica o único IMAX da cidade, caso queira assistir a um filme em grande estilo.

Além disso, logo ao lado, os bairros de Fitzroy e Collingwood são sempre boas pedidas para quem está atrás de bares, pubs e restaurantes durante a noite.

Já no sul, na baía de Port Phillips, fica a cultuada praia de St Kilda, uma região litorânea para onde muitos turistas se direcionam diariamente. Lá, caso vá em dias quentes, poderá se banhar em suas águas, tomar um sorvete e caminhar por suas lindas ruazinhas. Em St Kilda também fica o Luna Park de Melbourne, famoso parque de diversões da cidade, onde é possível ter a melhor visão do mar do alto de sua montanha russa.

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Ainda em St Kilda, ao entardecer caminhe até o final de seu píer. Quando o sol se põe, os pinguins da colônia que existe por lá voltam a terra depois do dia no mar, criando um espetáculo a parte.

Como chegar em Melbourne

Melbourne possui dois aeroportos: O Tullamarine e o Avalon. O primeiro é o maior e o único que recebe voos internacionais. É mais próximo da cidade também, levando uns 25 minutos, de ônibus, pelo Sky Bus, que usa a pista expressa da cidade, até a Southern Cross Station.

Já o Avalon só recebe voos domésticos realizados pela Jetstar e fica situado a uma hora do centro da cidade, também tendo ligação por ônibus com a Southern Cross Station. Por ser um pouco mais limitado, suas passagens internas são geralmente mais baratas.

Leia mais: Imigração na Austrália – quando um país não recebe bem seus turistas.

9. Onde ficar hospedado em Melbourne: YHA Melbourne Central*

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Durante nossa estadia em Melbourne, resolvemos ficar hospedados no YHA Melbourne Central, na Flinders Street. Sabíamos, como o próprio nome diz, que o albergue se localizava no centro da cidade, mas não sabíamos que ficava na rua principal, onde a maior parte das atrações se encontram.

A Flinders Street é bem longa, indo desde uma das principais estações da cidade, a Southern Cross Station, de onde chegam e partem trens e os ônibus dos/para os aeroportos, até bem depois da Federation Square, a praça onde tudo acontece.

Todo este trajeto fica dentro da Free Tram Zone, então você não precisa pagar nada para se transportar dentro dela. Caminhar também é um ótimo meio de se locomover pela Flinders, já que, apesar de longa, tem muita coisa a oferecer.

Nós já havíamos ficado no YHA Fremantle Prison, em Fremantle, e adoramos a experiência. A rede de albergues é diferente de tudo que já vimos. A equipe é ótima, todos os funcionários muito amigáveis e prestativos, ótimos ambientes decorados maravilhosamente, o que fez com que a gente se sentisse muito a vontade.

Leia mais: Conheça Fremantle, a cidade construída por presidiários.

Mas a principal característica dos albergues da rede é que são extremamente organizados, limpos e silenciosos, o que é difícil de encontrar por aí. Além de dormitórios para quem quer interagir com outros hóspedes, quartos privados e suítes também podem ser reservados. E a cereja no topo do bolo é o seu terraço, com ótimas vistas em 360º da cidade. Se puder, reserve um quarto lá em cima!

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Uma dica extra: caso fique hospedado por lá, quando chegar à recepção, pergunte se algum hóspede que já tenha partido deixou seu MYKI por lá – foi assim que conseguimos o nosso segundo cartão. E, na hora de ir embora, retribua e deixe o seu por lá também!

* Larissa e Carlos ficaram hospedados no YHA Melbourne Central a convite do YHA Australia.

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Sobre o Autor

Larissa

Larissa é nascida em Niterói/RJ, mas já estudou em Nova York e morou na Nova Zelândia por um ano antes de iniciar a volta ao mundo que terminou em 2016. Sonhando em viajar desde que se entende por gente, mantinha um caderno cheio de recortes de jornais e revistas sobre o Egito quando tinha 7 anos de idade. Hoje esse caderno é virtual e engloba vários destinos. Os “recortes” são produzidos por ela e pelo Carlos, semanalmente, no Vida Cigana.

7 Comentários

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  • Estou em Sydney mas dia 23 chego em Melbourne para visitar. Na busca de dicas para o que ver e visitar por lá, encontrei esse Blog de vocês e gostei muito das dicas por serem bem curtas e objetivas. Certamente depois que voltar para Sydney irei ratificar tudo.

  • Muito bom ver um post tão maravilhoso com fotos tão lindas de um lugar que nunca visitarei. Pelo menos dá pra se sentir ali durante a leitura. E é mt legal ver uma pessoa que vc conheceu fazendo viagens tão fantásticas ) mas provavelmente vc não se lembrará de mim, Carlos. Hahahahhaa). Abraços pros dois e boa viagem! Ou boas viagens!

    • Oi Livia! Claro que lembro de você, menina. Como andam seus projetos?
      Agradeço muito os elogios. É sempre bom ver que o esforço de manter o blog tem dado frutos. 🙂
      E tira essa ideia da cabeça de “nunca conhecerei” pq não é tão difícil.

  • Oi! Quando vcs vem em Sydney? Carlos, Sou filha da amiga da sua mãe, de Petrópolis rs! Ela pediu que eu entrasse em contato contigo para saber se está tudo bem haha (é sério). Tô morando em Sydney com meu namorado! Abs!

  • Boa tarde,
    Acabei de descobrir o site de vocês por uma reportagem no catraca livre e é fantástico!! Tenho esse objetivo de vida viajar, especificamente para a Nova Zelândia, e lendo o blog a vontade só aumenta, estou apenas esperando me formar para poder realizar esse sonho. Essa ideia de house sitting é muito bacana já tinha ouvido falar, pretendo seguir as dicas de vocês e seguir esse caminho em breve. Continuarei acompanhando o site e uma boa viagem!!

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