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O que fazer em Petrópolis: 14 atrações turísticas na Cidade Imperial

O que fazer em Petrópolis: o Museu Imperial visto de frente, em meio a árvores

Muitas pessoas que vão para o Rio de Janeiro querem também saber o que fazer em Petrópolis para visitar dois destinos numa só viagem. Afinal, trata-se de uma cidade conhecida por ser um local romântico e cheio de história, além de ser vista como um paraíso para quem curte um turismo de aventura, com várias trilhas e cachoeiras.

Localizada a uma hora de viagem da Cidade Maravilhosa, Petrópolis possui um acervo cultural riquíssimo que vem desde o período de presença da família imperial na cidade. A antiga nobreza deixou um rastro de belas construções históricas, em que podemos destacar os imponentes palácios, casarões e igrejas, que retratam a arquitetura daquela época.

Suas atrações confirmam o porquê de a cidade ser reconhecida até hoje como um marco importante da história do Brasil. E como pontos turísticos, justificam as razões para que seja inserida em seu roteiro de viagem seja em conjunto com a capital ou dedicando uns dias a mais para explorar tudo o que Petrópolis tem a oferecer.

Leia mais: Veja onde ficar em Petrópolis em nosso guia com os melhores bairros da cidade

14 atrações turísticas de Petrópolis para incluir em seu roteiro

O que fazer em Petrópolis: O Palácio do Barão do Rio Negro

Se você está procurando o que fazer em Petrópolis, fizemos uma lista do que não deve ser deixado de fora de seu roteiro. São 15 atrações turísticas de Petrópolis que, em nossa opinião, fazem qualquer viagem para o Rio de Janeiro valer muito mais a pena:

  1. Catedral de São Pedro de Alcântara
  2. Museu Imperial
  3. Palácio de Cristal
  4. Cervejaria Bohemia
  5. Avenida Koeler
  6. Casa Santos Dumont
  7. Casa do Colono
  8. Casa Stefan Zweig
  9. Palácio Quitandinha
  10. Parque Nacional da Serra dos Órgãos
  11. Casa da Ipiranga e Restaurante Bordeaux
  12. Casa do Alemão
  13. Rua Teresa e 16 de Março
  14. Feirinha de Itaipava

Uma dica: O acesso principal de Petrópolis é feito pela BR-040. É um caminho relativamente fácil, com a estrada bem sinalizada, mas que vale ter atenção ao dirigir. Apesar de contar com as mais belas montanhas e desfiladeiros, também possui pista com curvas bem sinuosas.

A dica então é: preste atenção na estrada, até porque é muito comum haver fortes neblinas na região que chegam a encobrir a paisagem.

O bacana de visitar Petrópolis de carro é que você tem a oportunidade de conhecer as atrações mais afastadas, como trilhas e cachoeiras. Nestes locais o transporte público da cidade não chega.

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Prefere não dirigir? Reserve um lugar em um dos tours organizados que saem do Rio de Janeiro.

1. Catedral de São Pedro de Alcântara

A Catedral de São Pedro de Alcântara fica localizada no charmoso centro histórico da cidade, na famosa Avenida Koeler. Tem como santo padroeiro o frade espanhol São Pedro de Alcântara, mas alguns historiadores afirmarem que a igreja leva o sobrenome do segundo monarca brasileiro, responsável pela urbanização da cidade, mas que não é santo.

O que fazer em Petrópolis: a Catedral de São Pedro de Alcântara vista da rua

Trata-se de uma das principais atrações de Petrópolis. Construída em 1884, possui estilo neogótico francês, onde os vitrais, pinturas e esculturas são espetáculos à parte.

É um dos edifícios mais bonitos do Brasil, ótimo para ter uma noção do que é uma igreja (neo)gótica sem ter ido à Europa.

O interior da catedral também abriga o Mausoléu Imperial. O espaço, inaugurado por Getúlio Vargas, guarda os restos mortais da família imperial, como Dom Pedro II, sua esposa Tereza Cristina, e sua filha, a Princesa Isabel.

A visita a catedral é gratuita. Há cobrança de ingresso somente para subir ao alto da torre do sino e ver toda a cidade do alto.

2. Museu Imperial

Também situado no Centro Histórico de Petrópolis, próximo a Catedral, o Museu Imperial é um palácio imponente que apresenta um estilo neoclássico.

O museu é enorme e lindíssimo. Nele o visitante tem acesso a milhares de itens históricos (móveis, roupas, documentos, pinturas, esculturas e fotografias) organizados em cômodos bem conservados, remetendo àquele período do Segundo Reinado.

O Museu Imperial visto na diagonal com suas paredes externas ocre e colunas brancas

Outra característica interessante, principalmente para as crianças, é o fato de que é preciso usar pantufas para andar pelo museu, para não arranhar o assoalho. Eu adorava quando pequena!

Além do palácio, o terreno dispõe de belos jardins e demais anexos que oferecem exposições e tantas outras atrações culturais. Uma das mais conhecidas é o espetáculo de Som e Luz de Petrópolis, que acontece durante a noite (especificamente de quinta a sábado – por volta das 20h) onde são projetadas na fachada do museu diversas imagens que contam a história do local.

Vale destacar que esse palácio foi construído por Dom Pedro II na fazenda que seu pai, Dom Pedro I, comprara para passar longas temporadas com a família.

3. Palácio de Cristal

O Palácio de Cristal é uma atração de Petrópolis é muito utilizada em eventos culturais da cidade. O maior deles talvez seja a Bauernfest, a tradicional festa alemã que, por meio de danças típicas, gastronomia e muita cerveja, homenageia os primeiros colonos que chegaram à região.

Erguido em 1844 com a finalidade de ser o local que abrigaria as exposições de flores e pássaros, o Palácio de Cristal foi um presente do Conde d’Eu a sua esposa, a Princesa Isabel.

O Palácio de Cristal possui esse nome por ser revestido quase inteiramente por vidro. Sua estrutura é feita em ferro.

A inspiração para a construção desta edificação veio do Palácio de Cristal de Londres e do Palácio de Cristal do Porto.

4. Cervejaria Bohemia

A fachada da Cervejaria Bohemia

Para quem curte uma geladinha, viajar para Petrópolis é quase que uma obrigação, afinal, a cidade abriga uma das fábricas de cerveja mais antiga do Brasil.

Inaugurada originalmente em 1853 e recentemente aberta ao público para visitação turística, a Cervejaria Bohemia conta com 20 ambientes bem estruturados, que reúnem gastronomia com entretenimento, bem como curiosidades acerca da bebida, levando o visitante a entender não somente a história da fábrica e da própria marca como a produção da cerveja.

Além de poder saborear o chope e os diferentes tipos de cervejas produzidas ali, o turista também tem a oportunidade de conhecer o boteco Bohemia que oferece petiscos deliciosos, além de música ao vivo aos finais de semana.

Caso faça o passeio para Petrópolis saindo do Rio, é possível incluir no seu tour a degustação na Bohemia.

5. Avenida Koeler

Avenida Koeler é a rua mais famosa de Petrópolis e também a mais cara da cidade. Abriga belíssimas mansões e reune diversos prédios históricos que são tidos como patrimônio histórico do Brasil.

A Avenida Koeller com a Catedral ao fundo, na frente do rio

Para se ter uma ideia, entre as atrações da Avenida Koeler estão:

  • a Casa da Princesa Isabel que não está aberta a visitação, mas pode ser vista de fora;
  • o Solar Dom Afonso – um maravilhoso casarão construído no estilo neoclássico, onde hoje funciona um hotel;
  • a Praça da Liberdade, um local que retrata muito bem a história do país, pois ali era onde os ex-escravos se reuniam para negociarem a liberdade daqueles que ainda estavam nas senzalas.
  • O Museu Palácio Rio Negro – construído em 1889 pelo Barão do Rio Negro, é uma das residências de verão historicamente usadas pelos presidentes do Brasil, especialmente quando o Rio de Janeiro era a capital. Hoje lá funciona um museu que se destaca pela arquitetura eclética do conjunto e por contar com um amplo acervo de mobiliários e objetos históricos, além de outras demais curiosidades relacionadas a outros momentos políticos do Brasil.

Seu nome é em homenagem a Júlio Frederico Koeler, responsável pelo projeto de urbanização da cidade.

6. Casa de Santos Dumont

O Museu Casa de Santos Dumont é também um dos pontos turísticos mais visitados de Petrópolis. Trata-se da antiga propriedade de veraneio do Pai da Aviação.

A Casa de Santos Dumont vista de baixo para cima

É conhecida também como “A Encantada” e abriga um grande acervo com objetos pessoais do inventor, inclusive muitas projetadas por ele, como o chuveiro e a cama.

O interessante da casa, construída em 1918, é que ela conta com algumas peculiaridades em sua construção, como a escada, por exemplo, que possui meios degraus em formato de raquete, pois Santos Dumont era muito supersticioso e só aceitava que todos entrassem em sua casa com o pé direito.

Além da escada, outra curiosidade a se destacar são a estrutura e o mobiliário pensados para os 1.52 metros de altura de Santos Dumont. Logo, quem é mais alto, tome cuidado ao passar pelas portas.

7. Casa do Colono

Localizada no bairro da Castelânea, a Casa do Colono é outro museu importante em Petrópolis. Construída por imigrantes alemães, a casa mostra como era o modo de vida dos primeiros colonos que chegaram à cidade e, além disso, guarda antigos móveis e utensílios utilizados, bem como outros instrumentos pessoais usados no período.

Ela foi erguida em 1847, sendo depois transformada em museu somente em 1976.

8. Casa Stefan Zweig

Ainda falando sobre os museus de Petrópolis, não poderíamos deixar de destacar a Casa de Stefan Zweig.

O local foi residência do escritor judeu austríaco Stefan Zweig que viveu ali com sua segunda esposa, Lotte, após a fuga da Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

A Casa Stefan Zweig é uma espécie de Memorial do Exílio. Foi ali, por exemplo, que o escritor austríaco produziu grandes obras que o transformaram em um dos grandes biógrafos do mundo na primeira metade do século XX. Foi ali também, após ver as direções tomadas pela Europa em 1942, que ele e sua esposa se suicidaram.

Sem dúvida, o lugar homenageia centenas de outros artistas, cientistas e produtores de cultura no Brasil que, assim como Zweig, chegaram como exilados ou emigrados.

9. Palácio Quitandinha

O Palácio Quitandinha foi construído para ser o maior cassino da América do Sul, em 1941.

É um edifício enorme, de seis andares, que possui uma fachada em estilo normando francês, sendo que em seu interior prevalece um formato mais rococó. O conjunto é composto por 440 apartamentos e 13 salões distribuídos em cerca de 50 mil metros quadrados de área construída.

O lugar é tão grande que, para se ter uma ideia, o palácio chega a abrigar uma pista de patinação no gelo, boliche e um mega teatro com mais de mil lugares (quando criança eu achava que ele era o Hotel Outlook, de O Iluminado). Isso sem falar que a cúpula do salão Mauá é considerada por especialistas como a segunda maior do mundo em tamanho.

Não é à toa que o Quitandinha é tido como maior palácio do Brasil, em que ao longo de sua história já recebeu grande personalidades como Orson Welles, Getúlio Vargas, Carmem Miranda e Walt Disney.

Seu lago artificial possui ligeiramente o formato do mapa do Brasil, sendo o farol a Ilha de Marajó.

Administrado hoje pelo SESC Rio, o palácio promove diversos eventos culturais.

10. Parque Nacional da Serra dos Órgãos

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos é uma atração que garante aos turistas momentos de muita paz e tranquilidade, a partir de um contato mais direto com a natureza. O parque ocupa uma área enorme, que abrange quatro municípios, incluindo Petrópolis.

Para se ter uma ideia, dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos é possível fazer uma travessia de Petrópolis até Teresópolis. Essa caminhada é considerada uma das mais bonitas do Brasil, podendo ser realizada em até 3 dias.

A vista lá do alto da Serra dos Órgãos

Com mais de 20 mil hectares de floresta preservada, o parque reúne cachoeiras, piscinas naturais, grutas e paisagens magníficas.

Há atividades para todos os padrões, das leves até as mais exigentes só voltadas para os mais aventureiros.

A mais pesada sem dúvidas é a trilha do Morro do Açú. Essa trilha exige uma caminhada de quase 6 horas em mais de 2.200 metros de altura. Quem chega até o cume tem uma visão impressionante da Baía de Guanabara e do Dedo de Deus. Existe um abrigo coletivo com banheiro, cama e cozinha para quem quiser passar a noite nas montanhas.

As meninas do Mala de Aventuras explicam bem como é fazer a trilha do Morro Açú.

Num nível bem mais acessível, a trilha da Cachoeira Véu da Noiva é bem bacana e muito mais fácil de percorrer, lavando cerca de duas horas de caminhada desde a entrada do parque. Ao fim da caminhada você vai se deparar com a famosa queda d’água de 70m de altura.

Para quem prefere algo ainda mais tranquilo, o Circuito das Bromélias é uma ótima opção. Ele exige em torno de 30 minutos de caminhada e ainda conta com alguns poços para se refrescar no trajeto.

Por ultimo, outro atrativo natural do parque é a Cachoeira da Macumba que conta com duas quedas: uma com 15m e outra com 35m de altura.

A entrada principal do Parque Nacional da Serra dos Órgãos em Petrópolis fica na Estrada do Bonfim, em Correas, a 45 minutos de carro do Centro histórico.

11. Casa da Ipiranga e Restaurante Bordeaux

A Casa da Ipiranga é popularmente conhecida como a Casa dos Sete Erros. É famosa pela sua assimetria, ou seja, pelas diferenças existentes entre as metades de sua fachada.

A casa por si só conta com uma arquitetura alemã, bem como um jardim esplêndido projetado por Auguste Glaziou, o mesmo paisagista da Quinta da Boa Vista.

Em seu interior, que pode ser visitado, a casa conta com lustres banhados a ouro do mesmo ourives do Palácio de Versailles, salas com paredes revestidas de folhas de ouro e painéis inspirados nas viagens do antigo proprietário.

Sem dúvida, a Casa dos 7 Erros é uma das principais atrações para conhecer em Petrópolis.

Uma vez que você visitou a Casa da Ipiranga, vá até o Restaurante Bordeaux, que fica na antiga cocheira da propriedade, ainda com suas antigas divisões para os cavalos, mas com um toque bastante refinado. Provavelmente meu restaurante favorito em Petrópolis.

12. Casa do Alemão

A Casa do Alemão é outra opção interessante para quem quer saber onde comer em Petrópolis. Desde 1945 a casa recebe milhares de turistas que vão ali para experimentar o famoso pão com linguiça, os biscoitos amanteigados, os saborosos croquetes (Lembre-se de comer com maionese escura!), além é claro, da tradicional cerveja.

É claro que o recinto conta com um cardápio variado, tanto é que o estabelecimento, de tão famoso que ficou ao longo dos anos, acabou criando mais sete unidades no estado e se consolidou também como o fabricante dos produtos Kern.

13. Rua Teresa e 16 de Março

Sempre que for pesquisar o que fazer em Petrópolis, o turista acaba se deparando com dicas de compras, afinal a cidade é uma das mais procuradas para comprar roupas com bom preço.

Logo, se você também pensa em fazer compras em Petrópolis, vá direto a Rua Teresa e a Rua 16 de Março.

Localizada na área central, a Rua Teresa está bem próxima aos principais pontos turísticos da cidade e conta com diversas lojas de roupas – a indústria têxtil é bem predominante nessa rua.

Já a Rua 16 de Março é praticamente um shopping a céu aberto, pois o turista tem à disposição inúmeras lojas, boutiques e bazares que, para quem curte fazer umas comprinhas, é praticamente um paraíso.

14. Feirinha de Itaipava

A Feirinha de Itaipava é outra dica para quem quer fazer compras em Petrópolis. É um espaço que dispõe de 40 mil metros quadrados espelhados por centenas de lojas. Sem dúvida é um lugar onde o turista encontrará tudo que está relacionado a calçados, bolsas, joias, acessórios de moda, artesanato e até móveis para casa e escritórios.

Além disso, a feirinha conta com uma enorme praça de alimentação, onde o turista saboreia desde o tradicional pastel com caldo de cana até os pratos mais elaborados, sendo que os preços são bem interessantes.

Por que Petrópolis é a Cidade Imperial?

O que fazer em Petrópolis: a Serra dos Órgãos vista em meio a neblina

Petrópolis quer dizer “Cidade de Pedro”. Em meados de 1822, Dom Pedro I se apaixonou pelo lugar onde hoje está localizada a cidade, na ocasião de uma viagem para Minas Gerais, quando ficara hospedado em uma propriedade nas proximidades da região serrana. Sua empolgação foi tanta que chegou a adquirir uma fazenda ali mesmo, para ser transformada em uma espécie de residência de veraneio da corte.

Posteriormente seu filho, Dom Pedro II, seguiu com os planos do pai e colocou em prática o projeto de transformar o destino num o local de descanso em razão de possuir muito campos verdes, montanhas e clima ameno, ideais para as frágeis condições respiratórias de uma de suas filhas.

Para fazer a vontade do imperador, ali foi erguida a primeira cidade projetada do país. O projeto de urbanismo teve autoria de Júlio Frederico Koeler, alemão que trouxe as características teutônicas para as ruas da cidade fluminense e separou lotes na cidade para que fossem habitados por colonos europeus.

Ao longos dos anos a herança da família real fez com que Petrópolis passasse a ser conhecida como a Cidade Imperial. Hoje este rótulo reforça a ideia de que, sem dúvida, trata-se de um lugar perfeito para relaxar com a família e amigos.

Qual a melhor época do ano para visitar Petrópolis?

Se você tem vontade de viajar para Petrópolis, mas não sabe qual a melhor época para conhecer a cidade, saiba que esse destino, comparado com a capital carioca, possui um clima bem mais ameno.

Apesar de ser uma região que pode ser visitada o ano inteiro, é interessante destacar que os meses que vão de maio a agosto são os preferidos da galera que curte um friozinho. No fim de junho acontece a famosa Bauernfest, a festa do colono alemão, cheia de comidas típicas e cervejas artesanais.

No verão pode até ser interessante também, só alertamos que nessa época as típicas chuvas do Rio são mais intensas, aumentando o risco de enchentes em várias áreas – o que pode estragar o seu passeio.

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Se você está procurando o que fazer em Petrópolis, fizemos uma lista do que não deve ser deixado de fora de seu roteiro. São 15 atrações turísticas de Petrópolis que, em nossa opinião, fazem qualquer viagem para o Rio de Janeiro valer muito mais a pena
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Sobre o Autor

Larissa

Larissa é nascida em Niterói/RJ, mas já estudou em Nova York e morou na Nova Zelândia por um ano antes de iniciar a volta ao mundo que terminou em 2016. Sonhando em viajar desde que se entende por gente, mantinha um caderno cheio de recortes de jornais e revistas sobre o Egito quando tinha 7 anos de idade. Hoje esse caderno é virtual e engloba vários destinos. Os “recortes” são produzidos por ela e pelo Carlos, semanalmente, no Vida Cigana.

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