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Ilha Sul Nova Zelândia

Visitando Christchurch, na Nova Zelândia, a cidade mais inglesa do país

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Christchurch é a maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia, a segunda maior do país e historicamente a primeira a ser estabelecida. Por ser a mais antiga da Nova Zelândia, vários de seus prédios são bem peculiares, com arquitetura neo-gótica em pleno centro da metrópole, o que faz com que Christchurch seja considerada a mais inglesa das cidades neozelandesas.

Christchurch sempre esteve na rota de turismo da Nova Zelândia devido à sua vibrante áurea artística e suas charmosas ruas. Mas hoje é procurada pela transformação vivida após o terremoto de 2011, que destruiu a cidade, sendo possível caminhar por entre ruínas e ver a cidade se renovando criativamente.

Moramos por um mês e meio na cidade e listamos algumas das atrações imperdíveis para quem visitar Christchurch, ou Chch para os mais íntimos.


Saiba mais: Como é viver sob constante ameaça de um terremoto na Nova Zelândia.


Centro

A Catedral e a Catedral de Papelão

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O centro da cidade provavelmente foi uma das áreas mais afetadas pelo terremoto. Hoje é incômodo passear por ele, pois o que antes dava para imaginar como sendo uma área bastante ativa, atualmente está praticamente deserta. Grande parte dos prédios históricos (ou o que sobrou deles) se encontra lá e vale a pena visitá-los para ter uma noção do que ocorreu na cidade.

O prédio símbolo de Christchurch, a Catedral, apesar de destruída, ainda mantém sua imponência, mas está bastante deteriorada e é triste de ver. A prefeitura pensava em demolir pelo tamanho do estrago, mas a população luta com todas as forças pelo reparo.

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Enquanto a Catedral anda a passos lentos tentando retornar ao que era antes, uma outra, de papelão, foi construída para que os fieis tenham para onde recorrer. É bastante inovadora – premiada internacionalmente – e visitada por muitos curiosos que querem entender como a nova igreja funciona.

O shopping Re:Start

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Como muitas lojas foram destruídas e muitos prédios foram evacuados, a solução que a cidade encontrou para que o comércio não morresse foi a criação de lojas dentro de contêiners, algo bastante criativo e divertido, com suas lojas coloridas.

Bondinho

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Christchurch era conhecida por ter seu bondinho vintage circulando pelo centro da cidade. Depois do terremoto, ele foi desativado por um bom tempo para reparos nos trilhos e ruas por onde passava, mas ano passado voltou à ativa. É uma ótima forma de ver grande parte das atrações do centro de uma maneira bucólica.

Street Art

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Após o terremoto, muitos prédios foram demolidos e vários outros continuaram de pé, com suas paredes sem vizinhos. Grande parte das empenas destes prédios serviu de inspiração para que artistas pintassem enormes painéis e tornassem a cidade mais colorida e vibrante.

185 Empty Chairs

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Um memorial em homenagem às 185 vítimas da catástrofe de 2011 se encontra próximo à Catedral de papelão, onde 185 cadeiras brancas de diferentes formatos estão dispostas como uma lembrança dos que se foram durante o desastre natural que mudou a cidade para sempre. Cadeiras de escritório, de balanço, e até de bebês podem ser vistas, mostrando os diferentes perfis de quem sucumbiu naquele dia.

Victoria Square

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É uma praça bastante antiga de Christchurch, recebendo esse nome em homenagem à rainha Victoria. Lá é possível ver também a estátua do Capitão Cook, desbravador da Nova Zelândia. É um lugar bastante bonito, cheio de árvores, cortado pelo rio Avon, o mais famoso da cidade. Lá, durante os finais de semana também é possível comer algumas iguarias de food truck.

Regent Street

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Conhecida como a rua mais bonita da Nova Zelândia, a Regent Street é o único conjunto de edificações históricas intacto de Christchurch. Seus prédios são todos iguais, num estilo arquitetônico espanhol e com cores pastéis.

Botanic Gardens

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O Jardim Botânico de Christchurch é uma enorme área verde (na nossa visita durante o inverno não estava tão verde assim) por onde o Rio Avon passa, com enormes gramados, árvores de todos os tamanhos e incríveis estufas. Vale a pena uma visita e uma parada no moderno Centro de Informação, com seu café cheio de doces deliciosos.

Canterbury Museum

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Encontra-se na entrada do Botanic Gardens, dentro de um lindo prédio em estilo neo-gótico escocês, onde uma coleção sobre a história da Nova Zelândia, desde o povo maori até os dias atuais pode ser vista permanentemente. Além disso, uma exposição sobre o terremoto de 2011 e sobre o reaproveitamento de materiais dos escombros da cidade pode ser vista sob os olhares de vários artistas.

Punting no Rio Avon*

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O famoso punting de Christchurch é uma gôndola como a de Veneza, com a diferença na ferramenta que o barqueiro usa para impulsionar o trajeto. Durante o passeio é possível passear pelas águas rasas do Rio Avon enquanto escuta o barqueiro narrar a história dos prédios e árvores às margens do rio. Sua sede é um dos prédios mais antigos da cidade e que não sofreu nada durante o abalo sísmico por ser inteiramente de madeira.

Port Hills*

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Em Port Hills, a colina mais alta da cidade, há teleféricos – chamados aqui de gôndolas – que levam os turista até o topo. De lá é possível avistar toda Christchurch em 360 graus, além de poder observar outras cidades como Lyttleton e a Banks Peninsula. Vários infográficos permitem comparar lá do alto a cidade atual com a Christchurch de antes do terremoto. Dentro do prédio no topo de Port Hills ainda há um agradável café com vistas extraordinárias e um tour digital pela história da planície de Canterbury.

Addington/Riccarton/Sydenham/Cashmere

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Esses quatro bairros são bem populares pelos seus restaurantes badalados e sua área descolada. Depois que o centro sofreu tanto depois de 2011, a Colombo Street, uma das ruas mais antigas da cidade, foi modernizada e hoje agrega várias lojas, restaurantes e lanchonetes.


Leia mais: Conheça 12 filmes para entender a história da Nova Zelândia.


Em Cashmere fica o Victoria Park, um enorme parque verde nas colinas da cidade, sendo possível avistar ao fundo os Southern Alps. Durante os finais de semana ele fica cheio de famílias que vão fazer um picnic ou passear com os cachorros.

*Larissa e Carlos visitaram o Punting on the Avon e andaram no Christchurch Gondola a convite do Tourism New Zealand – 100% Pure New Zealand

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Sobre o Autor

Larissa

Larissa é nascida em Niterói/RJ, mas já estudou em Nova York e morou na Nova Zelândia por um ano antes de iniciar a volta ao mundo que terminou em 2016. Sonhando em viajar desde que se entende por gente, mantinha um caderno cheio de recortes de jornais e revistas sobre o Egito quando tinha 7 anos de idade. Hoje esse caderno é virtual e engloba vários destinos. Os “recortes” são produzidos por ela e pelo Carlos, semanalmente, no Vida Cigana.

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House Sitting

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