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Nova Zelândia

10 Roteiros pela Nova Zelândia: de 7 a 30 dias pela Ilha Norte e Ilha Sul

roteiro nova zelandia

Organizar um roteiro pela Nova Zelândia não é tão simples quanto parece à primeira vista. O país é pequeno e dá a sensação de que a viagem pode ser realizada em poucos dias. Mas suas atrações são tantas, que este sentimento se desfaz logo que se iniciam as pesquisas para planejar seus dias no país.

Como organizar um Roteiro pela Nova Zelândia

roteiro nova zelândia. vista aerea de queenston

Entre os principais fatores que geram dificuldades na hora de se montar um roteiro de viagem pela Nova Zelândia, estão:

  • Os principais pontos turísticos – suas incríveis paisagens – não são facilmente visitados em transporte público;
  • As distâncias entre as principais cidades do país não são tão curtas quanto parecem;
  • Geograficamente o país é dividido em duas ilhas principais, a Ilha Norte e a Ilha Sul, e ambas têm atrações impressionantes e distintas. Para organizar um roteiro pela Nova Zelândia que inclua as duas ilhas é preciso coordenar a viagem com um vôo interno entre suas grandes cidades ou se programar para viajar no ferry que faz a ligação entre as cidades de Wellington e Picton.

Tais “problemas” de roteiro são mais facilmente contornados se o viajante considerar, respectivamente, que:

  • Nas duas ilhas, a solução mais fácil para o roteiro é alugar um carro para ter liberdade e facilidade de visitar todos os cantos do país. A viagem ainda é possível sem um veiculo próprio, mas pode ficar mais cara e menos interessante.
  • Nunca se deve usar o Google para calcular seu tempo de deslocamento entre uma atração e outra. As paisagens do país são tão impressionantes que você SEMPRE levará muito mais tempo para percorrer as estradas do que “em condições normais”.
  • A melhor forma de organizar seu roteiro é dividindo-o em dois: criando um roteiro de viagem pela Ilha Norte e um roteiro de viagem pela Ilha Sul da Nova Zelândia. A ligação entre um e outro dependerá da forma que você escolher viajar entre as ilhas.

Como dividir seu roteiro pela Nova Zelândia nas duas ilhas

roteiro nova zelândia

Como regra geral, aconselhamos que os dias de seu roteiro pela Nova Zelândia sejam divididos entre Ilha Norte e Ilha Sul na proporção 1 para 2. Para cada um dia de roteiro na Ilha Norte, reserve o dobro na Ilha Sul.

Assim, por exemplo, quem precisa organizar um roteiro pela Nova Zelândia com 15 dias de duração no total, deve separar 5 dias para a Ilha Norte e 10 dias para a Ilha Sul. Já se você tiver um mês inteiro para fazer a viagem, recomendo que use 10 dias para viajar pela Ilha Norte e 20 dias para o roteiro pela Ilha Sul.

Mais abaixo neste texto, vamos listar 10 modelos de roteiros – 5 pela Ilha Norte e outros 5 pela Ilha Sul –  explicando como combiná-los numa viagem à Nova Zelândia.

Planejando um roteiro pela Nova Zelândia

roteiro nova zelândia

Para planejar um roteiro pela Nova Zelândia é preciso conhecer alguns detalhes sobre as viagens pelo país, como vamos explicar abaixo:

Selecione acima o tópico para ir direto à parte respectiva do texto ou continue lendo aqui embaixo que vamos explicar item por item.

Qual a melhor época para viajar para a Nova Zelândia?

roteiro nova zelândia - praia de piha, próxima a auckland

Um roteiro de viagem pela Nova Zelândia feito no inverno será completamente diferente de um feito no verão. Por ser um destino cujas paisagens (e atrações) variam bastante com a mudança das estações do ano, ter isto definido é o primeiro passo para criar um itinerário que esteja de acordo com o que o turista irá encontrar em seu período de visita ao país.

Para saber detalhes sobre o clima, os períodos de alta e baixa temporada, e como programar seu roteiro de acordo com cada estação do ano, entenda primeiro qual a melhor época para viajar para a Nova Zelândia.

Vale a pena alugar um carro na Nova Zelândia?

Roteiro pela Nova Zelândia: Alugar um carro resolve parte dos seus problemas pelas andanças pelo país

Alugar um carro é fundamental para quem quiser montar um roteiro pela Nova Zelândia com a liberdade de explorar seu interior e suas paisagens. Boa parte dos pontos turísticos do país é inacessível em transporte público. O carro, invariavelmente, é a melhor opção para incluí-los em seu roteiro.

Para quem vai fazer um roteiro pelas duas ilhas da Nova Zelândia, a dica é alugar um veículo diferente em cada ilha para evitar as taxas de “one way rental”, quando você devolve o carro em um destino diferente de onde buscou. Caso isto crie dificuldades em seu roteiro e o “one-way” seja inevitável, prefira começar sua viagem pela Ilha Sul, devolvendo o veículo em Auckland. Deste modo é mais fácil conseguir uma negociação para não pagar a taxa extra, por estar viajando “no contra fluxo”.

Veja a cotação do aluguel de carro na Nova Zelândia com a RentCars

Decidir não alugar um carro, no entanto, não inviabiliza uma viagem pelo país. Mas tenha ciência que isto não trará qualquer economia a sua viagem, pelo contrário. É possível que, para visitar os mesmos pontos, a viagem custe mais sem o veículo do que com ele.

Como fazer um roteiro pela Nova Zelândia SEM carro alugado?

Árvores roxas com galhos secos, um caminho em volta das árvores e o chão gramado e verde em Hanmer Springs, na Nova Zelândia

Alugar um carro é a melhor solução para o seu roteiro pela Nova Zelândia. Mas quem fizer questão de viajar sem um veículo terá até 4 opções:

1.     Visitar apenas as grandes cidades

As maiores cidades e as mais turísticas têm amplas opções de transporte ligando uma a outra. Sem um carro o turista pode programar seus deslocamentos usando vôos internos com a Air New Zeland ou a Jet Star, que ligam as maiores cidades, ou escolher os ônibus da Naked Bus ou da InterCity, que ligam quase todas as cidades do país.

O problema desta opção é que as cidades mais isoladas do país têm muito poucas opções de linhas de ônibus ou simplesmente não são atendidas por transporte público. Na Ilha Sul isto ocorre em Te Anau, junto ao Milford Sound, em algumas partes de Southland e na West Coast. Já na Ilha Norte o mesmo ocorre no The Far North, por exemplo.

2.     Reservar tours em agências para visitar as partes mais isoladas do país

Viajar pelo país em transporte público faz com que os turistas desembarquem no centro de cada cidade, o que muitas vezes ainda é muito distante dos principais pontos de interesse. De lá o viajante terá que, por conta própria, reservar tours com agências locais que organizem a visita às áreas mais afastadas.

Esta opção pode ser útil a quem não se sinta confortável de alugar um carro, mas não a quem queira evitar o aluguel do veículo como forma de economia, pois acabará sendo uma escolha mais custosa ao orçamento.

3.      Viajar todo o país em ônibus turísticos

Na Nova Zelândia existem ao menos duas empresas que realizam o transporte de turistas por todos o país em ônibus turísticos, estilo hop-on hop-off. Tanto na Kiwi Experience quanto com a Stray Travel o turista pode adquirir “passes” em roteiros padrão que dão direito a viajar pelas duas ilhas nas linhas oferecidas pelas empresas.

A vantagem deste modelo é que estes itinerários são focados nos pontos turísticos do país. Em vez de desembarcar do ônibus no centro da cidade, como ocorre nas linhas regulares, estes já deixam o viajante junto a cada atração local. É possível desembarcar próximo ao Cape Reinga, à Hot Water Beach e ao Milford Sound, por exemplo, que são inacessíveis através das linhas de ônibus regulares.

Vale notar, no entanto, que estes ônibus são muito voltados ao público jovem, em sua maioria mochileiros europeus e americanos. A Kiwi Experience, especialmente, tende a ter uma cara de “party bus” e deve ser evitada a quem não estiver viajando neste clima.

4.     Pegar carona

Não é difícil viajar pegando carona na Nova Zelândia. Se o viajante quiser economizar de verdade, esta é a opção a ser feita. A população do país é bem solícita, entende que há poucas opções de transporte e tem o hábito de oferecer ajuda.

Pegar carona é mais comum na Ilha Sul do que na Ilha Norte, pois lá o transporte é mais limitado. Mas como no Sul a circulação de carros é menor também, considere esperar até algumas horas para conseguir, pois não da pra contar que a carona vai aparecer logo no primeiro veiculo que cruzar seu caminho.

Como planejar seus deslocamentos na Nova Zelândia?

Uma parte do povoado de Paradise, na Nova Zelândia. Na foto pode-se ver várias estações em uma só, sendo bom para saber qual é a melhor época para visitar a Nova Zelândia. Uma terra lameada, com algumas poças d'água, um lindo arco íris no céu, um lago ao fundo com montanhas e algumas árvores secas.

Independente do meio de transporte escolhido, se de carro alugado, ônibus ou de carona, ao planejar seu roteiro pela Nova Zelândia considere sempre que o trajeto é uma atração a parte. Em muitos casos é na estrada que liga duas cidades que estão as maiores atrações do país.

Portanto, nunca tente “otimizar” seus dias, viajando a noite. Aquela velha estratégia de aproveitar o dia numa cidade e partir para o destino seguinte já depois do por do sol, na Nova Zelândia não é interessante. Você irá perder boa parte das atrações do país escondidas no breu.

Sendo assim, programe sempre que puder que o dia de deslocamento seja mais um dia no roteiro. Considere a viagem como uma atração a mais, especialmente na Ilha Sul, e a experiência será muito recompensadora.

Como viajar da Ilha Norte para a Ilha Sul da Nova Zelândia?

roteiro nova zelândia. tongariro alpine crossing

Seu roteiro pela Nova Zelândia pode ser determinante na escolha de como fazer a viagem entre a Ilha Norte e a Ilha Sul do país. Como não há ligação terrestre entre as ilhas, os viajantes ficam limitados a duas opções:

  • De ferry: No estreito de Cook, o Interislander faz a ligação entre Wellington, na Ilha Norte, e Picton, na Ilha Sul. As viagens, que aceitam pessoas e veículos, acontecem em diversos horários todos os dias e duram entre 3h e 3,5h.
    Esta opção é a única possível a quem pretende viajar todo o país, de norte a sul, num só veículo. Aos que planejam alugar uma campervan ou motorhome, esta pode ser a melhor solução pro roteiro.Já quem está a pé, o Interislander pode ser uma opção interessante para ser aproveitado como transporte e passeio. A viagem pelo estreito de Cook atravessa os Marlborough Sounds, passando por paisagens impressionantes antes do desembarque em Picton.
  • De avião: Um vôo doméstico, ligando as duas ilhas, é a opção que dá mais flexibilidade a um roteiro pela Nova Zelândia. O país tem rotas operadas por apenas duas empresas: a Air New Zealand, que liga todas as cidades, incluindo os aeroportos menores; e a Jet Star, empresa australiana que opera nas grandes cidades neozelandesas.
    Para ter mais chances de conseguir uma oferta na tarifa aérea, considere fazer a ligação entre uma ilha e outra apenas partindo das cidades maiores/mais turísticas – de Auckland ou Wellington na Ilha Norte; até Christchurch ou Queenstown, na Ilha Sul. Nestes aeroportos há concorrência interna, com as duas empresas operando com freqüência maior nos vôos. Assim, os preços encontrados normalmente serão mais baixos.

Quantos dias separar para uma viagem à Nova Zelândia?

roteiro nova zelândia. famosa árvore de wanaka

Uma viagem para a Nova Zelândia não é uma viagem de fim de semana, mas de uma vida. Sair do Brasil e atravessar o planeta para conhecer o país é um ato tão raro, que dificilmente um viajante em condições normais conseguiria repetir tal feito.

Assim, não considere que uma viagem curta seja suficiente para conhecer todo o país. Planeje seu roteiro pela Nova Zelândia para durar o máximo possível – entre 20 e 30 dias idealmente –  e volte com a certeza de não ter deixado nada de fora e de ter feito a viagem de sua vida.

Aos que têm 10 dias ou menos disponíveis, ainda é possível fazer um roteiro pela Nova Zelândia, ainda que não completo. Nestes casos o ideal é escolher apenas uma das duas ilhas, concentrando seus dias lá, deixando a outra para uma viagem futura.

5 Roteiros pela Ilha Norte da Nova Zelândia

roteiro nova zelândia. hobbiton

A Ilha Norte é a mais populosa da Nova Zelândia, a mais estruturada e onde ficam suas maiores cidades.

Para quem chega vindo de longe, o ponto de desembarque, quase invariavelmente, será o aeroporto de Auckland, o maior do país. Por conta disso, é de lá que partem a maior parte dos roteiros de viagem pela Nova Zelândia.

Na Ilha Norte os viajantes têm a opção de montar seu roteiro “em círculo”, retornando a Auckland para pegar um vôo para a Ilha Sul ou seguir “em linha reta” até Wellington, junto ao estreito de Cook, de onde saem os ferries que unem as duas ilhas.

Abaixo vamos listar 5 roteiros pela Ilha Norte da Nova Zelândia que seguem estes conceitos:

Leia mais: Escolha onde ficar em Auckland e entenda quais são os melhores bairros da cidade.

A.     De 7 a 10 dias pela Ilha Norte

Comece explorando Auckland, a cidade, seus museus e suas praias. De lá siga para Rotorua, mas faça uma parada no caminho para visitar Hobbiton, a vila dos Hobbits de “O Senhor dos Anéis”, numa fazenda em Matamata.

Fique hospedado em Rotorua e explore as atrações geotérmicas da cidade, seus lagos, a floresta de redwoods e entenda a cultura maori tão intensamente presente na região. De lá siga para Taupo, que pode servir como uma passagem rápida, e veja se terá disposição de fazer a trilha do Tongariro Alpine Crossing.

Na volta para Auckland, retorne pelo lado oeste da ilha parando nas Cavernas de Waitomo para ver o fenômeno das Glowworms. Ou, se preferir, desça até o sul da ilha, explore Wellington por uns dias e de lá atravesse para a Ilha Sul.

Para o “Roteiro A” são necessários, no mínimo:

  • 3 dias em Auckland
  • 3 dias em Rotorua
  • 1 dia em Taupo
  • 2 dias opcionais em Wellington

B.     15 dias ou mais pela Ilha Norte

Para quem tem 15 dias ou mais para dedicar ao roteiro na Ilha Norte, é possível criar um desvio no “Roteiro A”, exemplificado acima, para que sejam incluídas a Península de Coromandel e a região de Bay of Plenty na viagem:

De Auckland, antes de chegar a Matamata, desvie para a Peninsula de Coromandel. Faça sua base em Hahei ou Whitianga e visite a Hot Water Beach e a Cathedral Cove, as duas maiores atrações da região (além das praias).

De lá desça pelo litoral até Tauranga, a maior cidade da área, e passe uma noite junto ao Mount Maunganui (ou mais se o tempo estiver bom e quiser curtir a praia). Em seguida vá até Whakatane, de onde partem os passeios que exploram a White Island, um enorme vulcão marítimo ainda ativo.

De Whakatane, vá a Rotorua e siga conforme o “Roteiro A” citado anteriormente: Rotorua, Taupo, Tongariro. De lá você pode seguir até Napier e então continuar a viagem até Wellington.

Neste “Roteiro B” você irá precisar de:

  • 3 dias em Auckland
  • 2 dias em Hahei ou Whitianga
  • 1 ou 2 dias em Mount Maunganui
  • 1 dia em Whakatane
  • 3 dias em Rotorua
  • 1 dia em Taupo ou Tongariro
  • 1 dia em Napier
  • 3 dias em Wellington

C.      5 dias de Auckland a Wellington

De Auckland a Wellington de carro são pouco mais de 8 horas de viagem em trajeto direto.

Para aproveitar um pouco mais o caminho, sem gastar muitos dias extras de roteiro, eu sugiro desviar um pouco da rota e fazer uma parada ao menos em Rotorua, a cidade mais interessante do interior da Ilha Norte.

Neste “Roteiro C”, recomenda-se:

  • 2 dias em Auckland
  • 2 dias em Rotorua
  • 1 dia em Wellington

É muito pouco para um roteiro pela Ilha Norte da Nova Zelândia, mas se você estiver com o tempo apertado pode ser a solução.

D.     5 dias com retorno a Auckland

Para conhecer um pouco do interior da ilha Norte, retornando rapidamente a Auckland antes de seguir viagem, a melhor estratégia é não ir para muito longe, visitando apenas as atrações mais próximas da cidade.

A opção clássica neste caso é seguir até Rotorua, indo por Matamata e voltando pelas Cavernas de Waitomo, numa versão encurtada do “Roteiro A” acima.

No “Roteiro D” você irá precisar de:

  • 3 dias em Auckland
  • 2 dias em Rotorua

E.      5 dias pelo extremo Norte da Ilha

Uma alternativa ao roteiro pela ilha Norte pouco explorada é ignorar as atrações ao Sul de Auckland e seguir para o Norte. De lá você pode explorar a região de Bay os Islands, fazendo sua base em Paihia ou Kerikeri. Em seguida, vale estender a viagem para o extremo norte do país – o The Far North – ficando hospedado em Kaitaia ou Ahipara. Explore a Ninety Mile Beach até chegar ao Cape Reinga e de lá retorne a Auckland.

Neste “Roteiro E”, para visitar o extremo norte é necessário reservar:

  • 2 dias em Auckland
  • 2 dias em Paihia ou Kerikeri
  • 1 dia em Kaitaia ou Ahipara

5 Roteiros pela Ilha Sul da Nova Zelândia

O Lake Tekapo, na Nova Zelândia, com suas montanhas laranjas no pôr do sol, o céu azul e a lua já alta. O lago é cheio de rochas e seu reflexo está perfeito.

A Ilha Sul é a mais extensa do país e onde estão localizadas suas principais atrações turísticas. Por lá os deslocamentos são maiores e as paradas para fotografar suas paisagens são mais freqüentes também. Isto faz com que seja necessário dedicar ainda mais dias do roteiro de viagem à região para que se conheça bem toda a ilha.

Num roteiro pela Nova Zelândia, os dias na Ilha Sul podem começar por Picton – para quem desembarca vindo do Interislander – ou pelos aeroportos de Christchurch (a maior cidade da ilha) e Queenstown (a mais turística).

Assim, quem inicia seu roteiro em Picton, costuma encerrá-lo nas cidades maiores, fazendo um trajeto “em linha reta”. Já quem desembarca em Queenstown ou Christchurch, pode montar um roteiro “em círculo”, retornando à cidade de onde partiu.

Abaixo vamos apresentar 5 roteiros pela Ilha Sul da Nova Zelândia que adotam os princípios listados acima:

F.      De Picton a Queenstown (10 dias ou mais)

Após desembarcar em Picton, siga direto para Nelson. Fique hospedado na cidade para explorar o Parque Nacional Abel Tasman.

Depois da visita ao parque, siga para a West Coast e faça uma parada em Hokitika, onde fica o impressionante Hokitika Gorge. Em seguida, vá rumo ao sul, até a região dos glaciares, e reserve sua hospedagem na vila de Franz Josef. Além de visitar o glaciar em si, reserve um momento para fazer a trilha ao redor do Lake Matheson.

Da Costa Oeste, atravesse para a região dos lagos pelo estreito de Haast. Antes da chegada em Wanaka, pare na altura de Makarora para visitar as Blue Pools. Na cidade de Wanaka em si, separe um tempo para tirar uma foto de sua árvore icônica e aproveite as atrações do Mount Aspiring National Park, especialmente se estiver viajando no inverno.

De lá, siga para Queenstown e escolha bem onde ficar hospedado. Serão necessários ao menos 3 ou 4 dias para visitar tudo o que a cidade tem a oferecer, as vilas ao redor (como Glenorchy, Arrowtown e Cardrona), além de conhecer o Milford Sound, a maior atração local.

Para fazer este “Roteiro F”, o viajante precisa reservar:

  • 2 dias em Nelson
  • 1 dia em Hokitika
  • 2 dias em Franz Josef
  • 1 dia em Wanaka
  • 3 ou 4 dias em Queenstown

G.     De Picton a Christchurch (15 dias ou mais)

Com alguns dias a mais, siga a descrição acima do “Roteiro F”, mas em vez de encerrar a viagem em Queenstown, estenda seu roteiro pela Ilha Sul da Nova Zelândia até Christchurch.

Ao sair da região dos Lagos, siga pelo interior de Otago, cruzando suas fazendas, até chegar em Dunedin. Fique hospedado um ou dois dias na cidade para explorar sua herança escocesa e as atrações naturais da Otago Peninsula. De lá siga rumo ao norte, passando pelas Moeraki Boulders e monte sua base no interior de Canterbury, em Twizel ou junto ao Lago Tekapo.

No dia seguinte, reserve um tempo para visitar os dois lagos da região (Tekapo e Pukaki), explore a Mount Cook Village e as trilhas junto a montanha mais alta do país.

Logo após, siga pelas planícies de Canterbury até Christchurch. Se tiver sobrado algum dia em seu roteiro, use-o para visitar as atrações da cidade que está sendo reconstruída depois dos terremotos que a descaracterizaram ou faça um bate e volta até Akaroa.

Neste “Roteiro G” a recomendação é de:

  • 2 dias em Nelson
  • 1 dia em Hokitika
  • 2 dias em Franz Josef
  • 1 dia em Wanaka
  • 3 ou 4 dias em Queenstown
  • 2 dias em Dunedin
  • 2 dias em Twizel ou Lake Tekapo
  • 2 dias em Christchurch

H.     De 7 a 10 dias a partir de Christchurch ou Queenstown

O viajante que tem tempo limitado na Ilha Sul deve concentrar seus dias no eixo entre Christchurch e Queenstown, onde estão localizadas as principais atrações do país.

Neste “Roteiro H” a recomendação é reservar:

  • 2 dias em Christchurch
  • 1 ou 2 dias em Twizel ou Tekapo
  • 3 ou 4 dias em Queenstown
  • 1 ou 2 dias em Dunedin

I.        De 10 a 15 dias a partir de Christchurch ou Queenstown

Reservando entre 10 e 15 dias no roteiro pela Ilha Sul, partindo de Queenstown ou Christchurch, é possível fazer um trajeto em círculo pela metade sul da Ilha. A travessia do lado leste para a costa oeste da ilha pode ser feita entre Christchurch e Hokitika, passando pela Arthur’s Pass (mas que pode estar fechado pela neve no inverno) ou entre Christchurch e Greymouth, passando pelo balneário de Hanmer Springs.

Da costa oeste, a viagem segue conforme descrito anteriormente no “Roteiro F” e “Roteiro G”.

No total, neste “Roteiro I” será preciso reservar:

  • 2 dias em Christchurch
  • 1 dia em Hokitika
  • 2 dias em Franz Josef
  • 1 dia em Wanaka
  • 3 ou 4 dias em Queenstown
  • 2 dias em Dunedin
  • 2 dias em Twizel ou Lake Tekapo

J.        De 15 a 20 dias por toda a Ilha Sul

Um roteiro pela Nova Zelândia pode incluir todas as atrações da Ilha Sul caso o viajante disponha de 15 ou mais dias de viagem dedicados à maior ilha do país.

De Christchurch siga rumo ao norte até Kaikoura e explore as atrações locais. Continue a viagem até Picton, passando a noite na cidade. Na manhã seguinte, pegue a estrada novamente até Nelson, mas opte por passar pela Queen Charlotte Drive, que dará a chance de ter vistas maravilhosas dos Marlborough Sounds.

Em Nelson, reserve duas diárias para ter ao menos um dia inteiro para explorar tranquilamente o Parque Nacional Abel Tasman.  De lá desça pelo Nelson Lakes National Park e siga pela State Highway 6 (outra das estradas mais impressionantes da Nova Zelândia) , passando por Punakaiki para visitar as Pankake Rocks. Passe a noite em Graymouth ou Hokitika, as maiores cidades da região.

Após Hokitika, siga conforme descrito no “Roteiro F” e “Roteiro G” acima.

Neste “Roteiro J” serão necessários, no mínimo:

  • 1 dia em Picton
  • 2 dias em Nelson
  • 1 dia em Hokitika
  • 2 dias em Franz Josef
  • 1 dia em Wanaka
  • 3 ou 4 dias em Queenstown
  • 2 dias em Dunedin
  • 2 dias em Twizel ou Lake Tekapo
  • 2 dias em Christchurch

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Organizar um roteiro pela Nova Zelândia não é tão simples quanto parece à primeira vista. O país é pequeno, mas suas atrações são tantas, que um planejamento detalhado precisa ser feito com antecedência. Aqui mostramos todas as opções que podem ser feitas para facilitar sua passagem pelo país.
Aconselha-se que os dias de um roteiro pela Nova Zelândia sejam divididos entre Ilha Norte e Ilha Sul na proporção 1 para 2. Para cada um dia de roteiro na Ilha Norte, reserve o dobro na Ilha Sul. Assim, quem precisa organizar um roteiro pela Nova Zelândia com 15 dias de duração no total, deve separar 5 dias para a Ilha Norte e 10 dias para a Ilha Sul. Já quem tiver um mês inteiro, recomenda-se que use 10 dias para viajar pela Ilha Norte e 20 dias para o roteiro pela Ilha Sul.
Tem alguma dúvida? Veja mais dicas no Instagram @vidaciganablog

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Sobre o Autor

Carlos

Carlos nasceu em Petrópolis/RJ. Quando tinha 20 anos decidiu que, sozinho, viajaria para o lugar mais distante que pudesse com o primeiro dinheiro que conseguiu acumular. Após muita pesquisa e economia, saiu do país pela primeira vez e rodou por quatro países. De ônibus. Nos anos seguintes dificilmente havia um em que não estivesse planejando outra viagem. Hoje o produto destas pesquisas é compartilhado publicamente aqui, no Vida Cigana.

41 Comentários

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  • Boa noite,
    Muito bem organizado o blog. Bonito e ajuda muito na hora de planejar uma viagem.
    Estou tendo dificuldade em encontrar informações sobre o Franz Glaciar da Nova Zelândia no verão.
    Vocês poderiam me ajudar?
    Obrigada

    • Oi Thais, temos esse texto só sobre o Franz Josef
      No verão o glaciar fica bem cheio, é a alta temporada, e mesmo assim, é quando o tempo fica mais instável, com chuva a qualquer momento. Bom ter isso em mente

  • Larissa e Carlos, olá!

    Parabénsssss pelo blog! Estamos usando como base para nosso roteiro pela NZ, de 20 dias agora, entre abril e maio. Queria uma ajudinha valiosa de vocês: minhas grandes dúvidas são incluir Dunedin na ilha sul por dois motivos: rodear a costa leste da ilha partindo de Christchurch (que imagino ser linda) e ver os pinguins e leões marinhos no seu habitat natural em Dunedin; e incluir Franz Josef nem tanto pelo glaciar em si (que está menor a cada dia), mas muito pelo Lake Matheson (vi fotos incríveis desse lago).
    Incluindo esses dois lugares no roteiro (de 12 dias pela ilha sul), a viagem ia ficar um pouco mais corrida (e gostamos de viagens com mais tempo, até para fazer trilhas), mas se valerem a pena, incluiremos sim. O que vocês acham?

    Obrigada e parabéns novamente pelas informações preciosas!

    • Oi xará! Então, os pinguins em Dunedin são bem legais de se ver! Mas a cidade em si não tem nada demais… mas caso decidam ir, passem pelo Moeraki Boulders, vale a ida já que estarão lá.
      O Lake Matheson é lindo demais, foi uma surpresa pra gente… só cortaria se não fosse passar pela Costa Oeste do país.

  • Boa noite,

    Antes de mais muitos parabéns pelo artigo.
    Estou a organizar uma viagem pela Ilha sul e gostaria de aproveitar ao máximo, mas não temos muitos dias (7). Iremos partir de Wellington dia 17/02 e temos de estar dia 22 (noite) ou 23 (manhã) em Marlborough (de carro alugado).

    Tendo em conta a vossa experiência, seria possível verificar o que alterariam no roteiro (o que eliminariam em caso de estar demasiado “corrido)?:

    17/02 (segunda-feira)
    Wellington > Nelson Tasman (325km – 5h15)
    Nelson Tasman > Abel Tasman National Park (133km – 2h30)

    18/02 (terça-feira)
    Abel Tasman National Park > Franz Josef Glacier (545km – 7h45)
    Franz Josef Glacier > Fox Glacier (Lake Matheson) (23.5km – 30min)

    19/02 (quarta-feira)
    Fox Glacier (Lake Matheson) > Wanaka town (262km – 3h30)
    Wanaka town > Queenstown (70km – 1h)

    20/02 (quinta-feira)
    Queenstown > Milford Sound (287km – 4h)
    Milford Sound > Queenstown (287km – 4h)

    21/02 (sexta-feira)
    Queenstown > Dunedin e Coastal Otago (282km – 3h30)
    Dunedin > Coastal Otago (115km – 1h30)
    Coastal Otago > Lake Tekapo (173km – 2h15)

    22/02 (sábado)
    Lake Tekapo > Christchurch – Canterbury (227km – 3h)
    Christchurch > Kaikoura (181km – 2h40)

    23/02 (domingo)
    Kaikoura > Marlborough (181km – 3h)
    Blenheim

    Muito obrigada desde já pela ajuda 🙂

    • Olá Iolanda, acho que já está um pouco em cima, mas vou te dar as minhas sugestões:
      – cortaria Nelson, não tem nada demais na cidade
      – só iria ao Franz Josef se for aquele passeio de helicóptero que deixa no glaciar
      – Wanaka também não tem muita coisa, tirando a árvore no meio do lago
      – Dunedin também não é uma cidade primordial, só iria se tivesse com tempo sobrando

      Bom, é isso! Tenha uma ótima viagem pra esse país perfeito!

  • Olá pessoal! Eu e minha filha estamos adorando as dicas de vocês! Minha filha fez um semestre de high School em Melbourne e no momento estamos fazendo um mochilao (Austrália, Vietnã, Laos, NZ). Quanto à pergunta da Ana (nome da minha filha tbem…), sim, a NZ, desde outubro está exigindo visto (até para quem faz uma mera escala no país). Mas é bem fácil e barato: basta baixar o aplicativo NZETA, escanear o passaporte, tirar uma foto e pagar a taxa (tudo feito no próprio aplicativo). Valeu pelas dicas preciosas ! Maria Teresa

  • Oi, Larissa e Carlos!
    Amei o blog de voces!
    Somos uma familia viajante (eu, meu marido, que tambem se chama Carlos, hahaha, e dois filhos de 6 e 10 anos).
    Já percorremos muitos lugares por aí, mas ainda não fomos a Oceania.
    Eu, pessoalmente, mesmo não conhecendo, tenho mais interesse em NZ do que na Australia….mas, já que está ali perto, parece um pecado não ir, concorda? Ou não?
    Será que sair daqui do RJ e fazer uma viagem só pela NZ é legal? Tenha em mente que somos slow travelers, gostamos de conhecer os lugares com calma, nada corrido.
    O problema é a mão inglesa. Todas as vezes que estivemos em países com a mão inglesa optamos por tours privados…
    Outra coisa, sou fascinada pela Tasmania, mas só se chega lá pela Australia e com visto australiano, não é isso?
    Li em algum lugar que brasileiros não precisam emitir visto para a NZ antes de sair do Brasil, confere?
    Suuuper obrigada pela ajuda!

    • Analu, se vocês curtem slow travel vale ir só para a Nova Zelândia ou vai ficar tudo muito corrido. Os dois países são enormes.
      Sobre a mão inglesa, você se acostuma rápido. Entranha no primeiro dia, mas depois passa a ser normal.
      Nós nunca fomos para a Tasmânia, mas sim, é uma ilha que pertence a Austrália e é necessário visto para entrar como turista.
      A Nova Zelândia também anunciou que vai passar a exigir visto de brasileiros, mas ambos podem ser obtidos online.

    • Oi, Ana,
      Há 1 ano fui com uma amiga à África do Sul e me ‘atrevi’ a dirigir na mão inglesa. Do aeroporto ao hotel fui comendo a faixa da esquerda e ralando o pneu, mas foi só; no dia seguinte já estava legal. Basta alguém ao seu lado ir lembrando, principalmente em rotatõrias e para dobrar uma rua. Experimente! Beijos

  • Boa noite, Carlos

    Estou pensando na possibilidade de conhecer a Nova Zelândia.A natureza é tudo de bom. Entretanto, gosto de viajar de trem. Como são as viagens de trem na Nova Zelândia? O que você me sugere?

  • Boa tarde, muitclauo bom seu blog.gostaria de viajar a pé toda a nova Zelândia, tenho 5 meses,você acha que vou ter problemas com a polícia?

    • Oi Claudio, suas dificuldades vão começar com a imigração ainda, pois brasileiros só podem ficar 3 meses para turismo na Nova Zelândia.
      Caso queira mais tempo você precisa dar entrada num visto de longa permanência.

  • Boa tarde Carlos,
    Primeiramente parabéns pelo seu blog muito bem explicado, gostaria de uma ajuda sua, vou ter 09 dias na NZ (03/01 à 12/01) e gostaria de conhecer as 2 ilhas, qual seria a melhor opção? Motorhome eu conseguiria fazer? ou somente com voo interno.
    Obrigado por ajudar.

    • Com 9 dias somente usando avião, ou você só vai dirigir em vez de fazer turismo. Eu no seu lugar restringiria o roteiro a somente Auckland na ilha norte e o restante na ilha sul. Ainda assim pode ser que fique apertado.

  • Nossa que blog super!!! Parabéns!!!
    Eu quero nas minhas férias ir para Oceania e aproveitar fazer 1 mês de inglês num,a escola. To na dúvida enorme… Brisbane ,(Austrália) e aproveitar conhecer Mebourne e Sidney e esticar até NZ. Ou o contrário fazer em NZ e esticar até Austrália. Estou apaixonada pela NZ, sempre ouvir falar, mas nunca me interessei por pesquisar e agora nessas pesquisas tenho medo de ir e não voltar mais rsrsrs fui para Irlanda passar 8 meses e fiquei 2 anos rsrs. Vocês são suspeitos pra opinar, porque já vi que amam NZ, mas mesmo assim, qual a sugestão de vocês? Intercâmbio NZ e visitar Australia e qual melhor lugar de NZ para intercambio? Importante: como vou passar um mês com escola e hospedagem pagas, quero ver se consigo viajar e nao ser tão pesado, sei que é quase impossível rsrs. To falando como se fosse para NZ rsrs.

    • Olá Laura!
      Olha, nós somos suspeitos para falar, nós amamos a NZ. O país é lindo, as pessoas incríveis, e é bem menor que a Austrália, o que permite a locomoção com mais facilidade. Não curtimos muito a Austrália não, as pessoas lá não são tão simpáticas. E morar na NZ não impede que vc visite a Austrália também. Só não seria um lugar que eu escolheria ficar muito tempo.
      Caso vc vá para a Austrália, Brisbane é um lugar bem legal mesmo, melhor que a Gold Coast. Mas nossa favorita é Melbourne.
      Na NZ, nós amamos Wellington de coração, mas caso queira uma cidade mais cosmopolita, Auckland ou Queenstown seriam mais indicadas.

  • Ola Carlos, muito obrigado pelas dicas e principalmente pelos inúmeros roteiros traçados! Não tem como não escolher um deles para uma viagem à NZ.
    Moro em Vancouver e estou planejando uma viagem curta, de 5 a 7 dias, para Auckland e parte da ilha norte. Irei no final de fevereiro pra fugir do frio daqui.
    É uma boa época? Não cogito alugar carro em função da mão inglesa, mas devo contratar uma agência local para me deslocar esses dias.
    Caso tenha mais dicas, sera muito bem vindas.
    Devo gastar uns 2 dias em Auckland e 3 pelo interior, levando-se em consideração o fuso horário e a distância (15 horas), que cansa bastante.
    Muito obrigado!

  • Olá Larissa e Carlos,
    Muito obrigada pelo blog, realmente fantástico e tem me ajudado muito a entender a NZ.
    Minha filha está fazendo intercambio na NZ e estamos indo visita-la no break da escola. Vamos chegar dia 28/09/19, ficar uns 4 dias em AKL (ela está ansiosa para nos mostrar a cidade, rotorua e acha que deveríamos tb conhecer as praias do Norte. Podemos usar AKL como base ir as prais e voltar para AKL?. Dia 02/10 pensamos em ir para Christchurch ou Queenstown para ser o ponto de partida para ilha sul, onde teremos até o dia 12/10 para ficar. Minha duvida é por que cidade vale a pena começar – Christchurch ou Queenstown. Voltamos para AKL dia 12/10 e embarcamos de volta ao Brasil dia 13/10. O que sugere? Mais uma vez parabéns pelo blog! Abcs

    • Oi Jaqueline! Que ótimo que vão visitar a NZ! De Auckland dá pra ir pras praias do Oeste, como Piha, Karekare e Bethells Beach. As de Northland são mais longe e o trajeto seria mais demorado…
      Sobre Christchurch ou Queenstown, a segunda tem mais coisas em volta para ver e serve de base para visitar Milford Sounds e outros lugares, além de ser mais bonita!

    • Obrigada Larissa, Outra duvida: estamos em 3 pessoas. Acha que vale a pena alugar aquelas capevans parar em camping e etc.. Fica mais economico e agradável, ou vale a pena alugar um carro comum e ficar em hotel e airbnb?O que acha que não podemos perder na Ilha Sul…

    • Oi Jaqueline, no caso de 3 pessoas teria que ser um motorhome, não uma campervan. Nós já viajamos das 2 formas e as duas são muito legais. Tudo depende de quantos dias serão a viagem e o nível de conforto que vcs procuram. O motorhome é um pouquinho complicado para entender seu funcionamento, mas temos um texto que explica tudo. O texto é sobre a Irlanda, mas vale para a NZ também 😉
      Nós achamos a viagem de motorhome muito divertida e valeu muito a pena!

  • Boa tarde, Carlos! Tudo bem?

    Faremos um passeio em setembro e outubro para Nova Zelândia, com entrada por Wellington, no dia 17 de setembro. Fizemos um roteiro e precisamos da sua ajuda referente aos dias nas Ilhas Sul e Norte. Os dias marcados são as noites de hospedagem:

    17 e 18 de setembro: Wellington
    19 de setembro: Picton ou Nelson ?
    *DÚVIDA

    20 de setembro: Greymouth

    * DÚVIDA: Estávamos pensando em pegar o Trem Tranzalpine para Christchurch, em Greymouth.
    Temos uma dúvida: Vamos direto para Christchurch e depois visitamos Franz Josef na volta ou já visitamos Franz Josef e voltamos para Greymouth para pegar o Tranzalpine?

    21 e 22: Christchurch
    23 a 24 de setembro: Franz Josef
    25 a 27: Quenstown (avião para Auckland)
    28 a 29: Auckland
    30 a 2: Rotorua
    3 e 4 de novembro: Wellington (retornamos dia 4)

    Abração do Luciano Maluly e muito obrigado pelas dicas

    • Oi Luciano,
      Eu ficaria em Nelson, que é uma cidade bem maior do que Picton e serve de base para o Parque Nacional Abel Tasman. Se o parque não estiver no seu roteiro meio que tanto faz.
      Sobre o Transzalpine, eu não sei se entendi direito. Vocês estarão de carro alugado? Porque não vejo muita razão para ir e voltar no trem.
      De qualquer jeito, caso vá fazer ida e volta, sugiro deixar Franz Josef para o retorno, pq não é tão próximo quanto parece de Greymouth.

  • Ola Carlos e Larissa? Tudo bom com vocês?
    Primeiramente, queria parabeniza-los pelo excelente blog, com ótimas dicas e tudo muito bem explicado.
    Estou com uma dúvida, e com a experiência de vocês poderão me dizer, se é possível realizar determinado roteiro ou é inviável ou vocês poderiam fazer uma sugestão.
    Chego no dia 07/11 em Auckland e tenho passagem de volta para o Brasil no dia 10/11 a noite. Seria viável no dia 08/11 fazer um bate e volta até Waitomo Caves, a noite tenho um show para assistir e por isso teria que voltar no mesmo dia.
    No dia 09/11 queria ir de avião para Rotorua para ver os parques termais e com carro alugado seguir para Taupo, dormiria em Taupo e de manhã voltaria a Rotorua para um voo de retorno ao 12:35 para Auckland. Meu voo de retorno para o Brasil só sai as 20 horas.

    Desde já agradeço a atenção de vocês, e obrigado pelo tempo que dedicaram para escrever o blog e que com certeza ajuda os turistas que vão para Nova Zelândia.
    Abraços, Felipe.

    • Oi Felipe, é fácil sim fazer um bate e volta para Waitomo Caves, mas acho arriscado a ida e volta de avião a Rotorua. Rotorua é uma cidade muito rica em atrações, eu ficaria 2 dias lá. Com esse tempo que você vai ficar vendo coisas quebradas, eu pegaria um avião para Queenstown e só. Me concentraria em um só lugar. Ou então ficaria só em Auckland mesmo, que também tem bastante coisa pra ver (as praias do oeste da cidade são lindíssimas).

  • Oi, Carlos

    Pretendo fazer um intercâmbio na Nova Zelândia por 2 ou 3 meses, em 2020 e, lógico, conhecer tudo por lá. Vc acredita que só consigo fazer os passeios somente em finais de semana ou vc sugere que eu reserve alguns dias só para viajar ?
    Outra dúvida: caso eu não consiga cia, vc acha seguro uma mulher viajar sozinha de carro pelas 2 ilhas ?

    Obrigada !

    • É super seguro viajar sozinha pelas 2 ilhas. A NZ é um dos países mais tranquilos que visitamos.
      Sobre a frequência nas viagens pelo país, depende muito do seu ritmo de vida, de pra onde vc quer ir e onde vc vai ficar. Ex, se ficar em Auckland, dá para ir para as praias ao redor nos finais de semana. Agora, para ir para outras cidades com mais atrações, eu reservaria outros dias a mais.

  • Oi! Obrigada pelo post, muito util! Estou planejando uma viagem de 14 dias na NZ, minha passagem chega e sai por Auckland, pensei em logo em fazer assim: chegar em Auckland e ja pegar um voo para Queenstown, pegar um motorhome e subir ate Auckland. O que acham? Estou meio perdida… Obrigada :))

  • Olha, nós temos textos dando dicas de hospedagem em Auckland e Queenstown, que são as cidades mais turísticas e onde pode haver alguma dificuldade de reservar hotéis dependendo da época.
    Nas demais cidades, basta reservar alguma coisa junto ao centro que não tem erro. Elas são bem pequenas e os hotéis se concentram todos na região central mesmo.
    Sobre as demais perguntas:
    2) você pode comprar os translados com a Naked Bus e Intercity, para viajar de onibus e ferry com a Interislander, conforme indicado no texto.
    3) Na Nova Zelândia dá pra ver, mas é raro, a Aurora Austral, que é a que acontece no Hemisfério Sul. É muito mais difícil de ver do que a Boreal, do Norte, mas pode acontecer. Suas melhores chances são no extremos sul do país, especialmente em Invercargil e Dunedin.

  • Oi Carlos, incrível o post, está servindo de “V zero” pra gente!
    Estamos numa dúvida cruel: teremos pouco mais de 20 dias de viagem e queremos fazer as duas ilhas. Mas estou pensando o que vale mais a pena: (1) alugar um carro em Auckland e fazer um roteiro circular – sem passar por Wellington – devolver o carro no mesmo lugar de retirada e pegar um voo pra ChristChurch, onde rodaríamos a ilha sul de motorhome, depois devolvendo em ChCh, voltando pra Auckland e indo pra casa ou (2) alugar um motorhome já em Auckland e passar pra ilha sul de ferry, fazendo uma adaptação do roteiro G do seu post, mas com menos dias (acho que 15 não daria).
    Acho que a opção 1 sairia mais barato, mas também não quero perder Wellington. Acho que tudo depende se Wellington é imperdível ou não.
    Socorro hahahaha
    Abraços!

    • Gustavo, nós adoramos Wellington, mas respondendo friamente, dá pra cortar a cidade sem medo. Wellington é uma cidade maravilhosa, mas é melhor de ser “vivida” do que “visitada”, sabe? As atrações, pra quem vai ter uma passagem rápida, não justificam uma mudança enorme no roteiro (e com alto custo) como a sua.

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