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Museus do Vaticano e a Capela Sistina: 5 Dicas para visitar

Museus do Vaticano: Mosaicos bizantinos

Na lista de museus mais famosos do mundo, os Museus do Vaticano ou Museus Vaticanos (assim mesmo, no plural, por se tratar de vários prédios com temas diferentes interligados) são obrigatórios a quem visita Roma.

Ali dentro estão obras famosíssimas, de valor inquestionável e que contam a história do mundo. Além disso, é num dos edifícios do conjunto de museus que fica a mítica Capela Sistina, cujo teto foi pintado por Michelangelo e onde os cardeais se reúnem na hora de escolher um novo papa.

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5 Dicas para visitar os Museus do Vaticano e a Capela Sistina

Museus do Vaticano: Os jardins da menor país do mundo

1.      Compre seu ingresso com antecedência para fugir das filas

Como se trata de uma das atrações mais visitadas de Roma, os Museus do Vaticano contam com filas quilométricas em sua entrada. O turista, caso não se organize, pode perder um tempo precioso de seu roteiro só esperando para entrar. A principal dica aqui é comprar o ingresso com antecedência, conseguindo assim o direito a “furar as filas”, além de ter assistência de funcionários, guia de áudio e desconto nas lojas dentro dos museus. Vale cada centavo pelo tempo poupado.

2.      Vista-se conforme as regras da Igreja para não ser barrado (mesmo no auge do verão)

Outra dica superimportante é estar vestido adequadamente, pois os Museus do Vaticano e a Capela Sistina pertencem à Igreja Católica, uma instituição religiosa. Por isso, nada de bermudas, shorts, minissaias e camisetas, mesmo caso sua visita ocorra durante o verão italiano, que não é dos mais agradáveis.

3.      Não fotografe a Capela Sistina

Tire o quanto de fotos quiser nos Museus do Vaticano, mas respeite o espaço da Capela Sistina. Ali, fotografias são proibidas mesmo sem o flash.

O flash é o grande vilão da história, por danificar as pinturas, mas acredito que a proibição total seja para não deixar a situação fugir do controle. Há muita gente visitando a Capela Sistina o tempo todo e sempre tem um distraído que não respeita e fotografa com o flash assim mesmo. Ou os casos de pessoas que não sabem mexer em suas câmeras e celulares direito e não conseguem desabilitar o aparato. No fim, todo mundo acaba pagando por isso.

Então já sabe, se algum segurança pegá-lo tentando fotografar sem ser visto, a bronca será certa e ele irá obrigá-lo a apagar as fotos tiradas ali. Tente evitar o constrangimento.

4.      Mantenha o silêncio na Capela Sistina

Outra regra é manter o silêncio dentro da Capela Sistina, em vista que é um local sagrado para os católicos. O clima dentro do aposento é bem tenso, porque mesmo com essa norma ninguém respeita o silêncio e vários guardas ficam chamando a atenção dos visitantes a todo momento para que não falem ali.

5.      Dedique, no mínimo, meio dia de seu roteiro para os Museus do Vaticano

São necessárias pelo menos 4 ou 5 horas do seu dia para ver tudo que os museus têm a apresentar. Ainda assim tudo será visto de maneira corrida. Para observar tudo com dedicação é preciso ainda mais tempo. E se você curte história da arte pode ser que um dia inteiro ainda não seja suficiente para ver tudo em detalhes.

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Visitando os Museus do Vaticano

Museus do Vaticano: galerias

Antes de visitar Roma, eu nunca soube que era possível conhecer o Vaticano além da praça e Basílica de São Pedro. Mas ao visitar os Museus do Vaticano, é possível circular por alguns jardins daquele que é tido como o menor país do mundo, com direito a tomar banho de sol em seus gramados e comer em seu restaurante.

Já dentro dos Museus Vaticanos, é possível escolher entre dois percursos, um longo e um curto, ambos terminando na Capela Sistina. Escolher o longo é muito mais proveitoso, visto que o turista passará por inúmeras salas com obras de arte famosas e valiosíssimas. O curto é voltado mais para quem só está interessado em ver a Capela Sistina.

Durante o percurso, para não se perder diante de tanto material que está exposto, é possível fazer um roteiro focando sua visita apenas nas obras mais valiosas dos Museus Vaticanos. Elas estão sinalizadas pelo número 100 em vermelho.

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As principais galerias dos Museus Vaticanos

Os Museus do Vaticano são compostos por 54 galerias, fazendo com que o conjunto seja considerado um dos maiores do mundo. Entre as principais galerias se destacam:

Museu Pio Clementino

Museus do Vaticano: a famosa estátua grega de Laocoonte e seus filhos
Laocoonte e seus filhos

Fundado pelo papa Clemente e restaurado pelo papa Pio, esta galeria conta com a obra que deu início aos Museus do Vaticano, a histórica estátua helenística de Laocoonte e seus filhos, figura grega esculpida por Agesandro que retrata a Guerra de Tróia.

Museu Gregoriano Etrusco

Museus do Vaticano: estatuário etrusco

Os etruscos foram os povos que habitaram a Itália antes do Império Romano. Eles são conhecidos por terem inventado o arco na arquitetura e a estrada. Neste museu vários objetos pertencentes aos etruscos encontrados em escavações estão expostos.

Museu Gregoriano Egípcio

Nele estão estátuas egípcias, muitas delas saqueadas do Egito na época do Império Romano para decorar a casa de nobres da época.

Museu Chiaramonti

Museus do Vaticano: bustos de imperadores romanos

Galeria dedicada aos bustos dos famosos imperadores romanos como Júlio César, Vespasiano, Augusto e outros.

Galeria dos Mapas

Museus do Vaticano: A Galeria dos Mapas com seu lindo teto

Um imenso corredor repleto de mapas do mundo pintados na parede durante o século XVI. Mas o destaque mesmo da sala está é seu teto dourado magnífico. É impossível não se assombrar com tamanha beleza.

Salas de Rafael

Museus do Vaticano: A Escola de Atenas, de Rafael
A Escola de Atenas

Rafael foi um dos maiores artistas do Renascimento e nesta galeria está uma de seus afrescos mais famosos, A Escola de Atenas, bem ali, pintado na parede. As Salas de Rafael faziam parte do Palácio Apostólico, funcionando como os aposentos do papa Júlio II, que contratou Rafael para decorar suas paredes e tetos.

Capela Sistina

O ponto alto da visita aos Museus do Vaticano é sem sombra de dúvidas, a Capela Sistina. Seu teto foi pintado por Michelangelo a pedido do papa Júlio II sem ajuda de assistentes. A obra é magnífica, sem precedentes, e bem no centro está a pintura mais famosa de todas, a criação de Adão, onde Deus e Adão quase tocam os dedos. É na Capela Sistina que até hoje é realizado o conclave, onde os cardeais permanecem trancados até escolher o novo papa da Igreja Católica.

Pátio da Pinha

Museus do Vaticano: O Pátio da Pinha

O pátio mais famoso dos Museus do Vaticano possui esse nome devido à escultura de bronze em formato de pinha que ficava em uma das termas de Agripa, famoso político da Roma Antiga e bisavô de Nero. Do outro lado do pátio fica uma obra mais contemporânea, Sfera con Sfera, que relembra engrenagens no formato de uma bola.

Escadaria de Giuseppe Momo

Museus do Vaticano: escadaria de Giuseppe Momo

Provavelmente a escadaria mais bonita que já vi na vida. Projetada por Giuseppe Momo em 1932, é uma espiral que leva à saída dos museus. De tão bonita faz com que todos parem mais um pouco para fotografá-la.

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Sobre o Autor

Larissa

Larissa é nascida em Niterói/RJ, mas já estudou em Nova York e morou na Nova Zelândia por um ano antes de iniciar a volta ao mundo que terminou em 2016. Sonhando em viajar desde que se entende por gente, mantinha um caderno cheio de recortes de jornais e revistas sobre o Egito quando tinha 7 anos de idade. Hoje esse caderno é virtual e engloba vários destinos. Os “recortes” são produzidos por ela e pelo Carlos, semanalmente, no Vida Cigana.

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