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O que fazer em Curitiba: 15 Melhores atrações cidade

O que fazer em Curitiba: o Jardim Botânico de Curitiba, com sua cúpula no fundo, emoldurada por arcos no início do jardim

A busca de quem está procurando o que fazer em Curitiba vai ser bem curta: a capital do Paraná tem as melhores opções para aproveitar uma temporada e fazer turismo. Além de ser a maior cidade da região Sul do Brasil, Curitiba também é referência em qualidade de vida, planejamento e mobilidade urbana.

Famosa por suas áreas de preservação, parques, bosques e capivaras (AMO!), assim como seu clima – que pode fazer você experimentar todas as estações do ano em um só dia -, Curitiba valoriza suas raízes e a influência dos imigrantes europeus que a fizeram uma bela mistura de culturas.

Fundada em 1693, Curitiba começou sua história conhecida como Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, um povoado bandeirante. A principal atividade econômica da região era a de mineração, passando para a atividade tropeira. No fim do século XIX, a intensa imigração europeia, em sua maioria vinda da Ucrânia, Polônia, Alemanha e Itália, começou a modificar de vez a história e cultura da cidade, que passou a se urbanizar mais rapidamente, principalmente após a inauguração da Estrada de Ferro Curitiba Paranaguá em 1885.

Leia mais: Veja onde ficar hospedado em Curitiba, uma lista com os melhores bairros e dicas de hotéis na cidade.

O que fazer em Curitiba: as 15 melhores atrações da capital do Paraná

O que fazer em Curitiba: o exterior do Museu Oscar Niemeyer, mais conhecido como Museu do Olho
Museu Oscar Niemeyer | Foto: Cesar Brustolin/SMCS

Uma das grandes vantagens de se visitar Curitiba é a mobilidade: é possível visitar pontos turísticos a pé e também de bicicleta, ou usando táxis e o transporte público, famoso em todo o país por sua funcionalidade e estrutura integrada. Além disso a cidade possui um ônibus turístico que passa pela maior parte dos pontos citados neste texto.

Para quem tem pouco tempo para aproveitar a cidade, uma ótima opção é o tour guiado de dia, um passeio de 4h com guia pela cidade, ideal para conhecer Curitiba e tudo o que ela tem para oferecer. Outra alternativa é o tour à noite, que também dura 4h e é uma oportunidade de ver a paisagem da cidade iluminada (principalmente perto do natal) e, de quebra, aproveitar um jantarzinho italiano tradicional no bairro de Santa Felicidade.

O que fazer em Curitiba?

Saiba o que fazer em Curitiba vendo o nosso guia abaixo e escolhendo os pontos que mais foram de acordo com seu estilo de viagem.

  1. Centro Histórico de Curitiba
  2. Jardim Botânico de Curitiba
  3. Ópera de Arame
  4. Parque Barigui
  5. Memorial Ucraniano
  6. Mesquita Iman Ali Ibn Abi Tálib e Memorial Árabe
  7. Bosque do Alemão
  8. Bosque Papa João Paulo II
  9. Museu do Olho (Museu Oscar Niemeyer)
  10. Mercado Municipal
  11. Torre Panorâmica
  12. Parque Tanguá
  13. Bosque Zaninelli
  14. Linha Turismo
  15. Comer no Batel e em Santa Felicidade

1. Centro Histórico de Curitiba

Um excelente lugar para começar a conhecer Curitiba é pelo setor histórico da cidade. É na Praça Tiradentes, antigamente Largo da Matriz, que fica o marco zero da capital, que representa o ponto exato da fundação da cidade, em março de 1693. Lá os visitantes podem ver o calçamento do século 19 sob placas de vidro instaladas no chão, e também a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, construída em estilo neogótico entre 1876 e 1893.

De lá, a dica é seguir em direção ao Largo da Ordem, onde fica a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, a mais antiga da cidade, construída em 1737. É nessa área que aos domingos, há quase 50 anos, acontece a tradicional Feira do Largo da Ordem.

O Memorial Ucraniano com a capela bizantina no fundo
Iluminação cênica no casario histórico do Largo da Ordem | Foto: Daniel Castellano/SMCS

Bem perto dali, você pode conhecer também os murais na Travessa Nestor de Castro e vários prédios históricos, onde um deles é o Centro Cultural Sesc Paço da Liberdade, tombado como patrimônio histórico e artístico nacional.

Confira também, ainda no bairro do Centro, o calçadão da Rua XV de Novembro, onde é possível ver uma mistura de pessoas de todos os tipos. A via, fechada para carros, foi também o primeiro calçadão do Brasil e é conhecida como Rua das Flores por causa de seu pavimento florido. Ah! Não se esqueça de passar também na Praça Garibaldi, onde fica o Relógio das Flores, de oito metros de diâmetro e feito de… flores e plantas!

2. Jardim Botânico de Curitiba

O que fazer em Curitiba: o Jardim Botânico de Curitiba com seu jardim cheio de flores vermelhas e a estufa no fundo

Pensar em Curitiba é lembrar do Jardim Botânico. Inaugurado em 1991, é um dos principais cartões-postais da cidade.

Sua estufa, em estrutura metálica com vidro, atrai turistas de todas as partes. É o melhor lugar para tirar lindas fotos, fazer trilhas a pé e aproveitar uma tarde agradável no jardim francês, com sua poda escultural e simétrica.

Além disso, o Jardim Botânico tem espaço para exposições, biblioteca e um bosque de preservação permanente.

3. Ópera de Arame

O que fazer em Curitiba: o interior da Opera de Arame

O nome representa a sensação que o prédio nos dá: erguido em estrutura metálica e paredes transparentes, o teatro – um dos mais famosos do Brasil – é em formato circular e parece ser tecido em arame.

O edifício, inaugurado em 1992, fica no Parque das Pedreiras e é assinado pelo arquiteto Domingos Bongestabs. 

A entrada é gratuita, mas os espetáculos cobram ingressos, que podem ser adquiridos pelo site.

4. Parque Barigui

O Parque Barigui de manhã cedo, com neblina no lago
Parque Barigui | Foto de Valéria Rolim/CTUR

Não dá para ir a Curitiba a passeio sem procurar as capivaras, símbolos (não oficiais!) da cidade, mas já adotados como mascotes.

Um excelente lugar para observar – de longe – os simpáticos animais é o Parque Barigui, ponto de encontro para famílias, atletas e a fauna local, que inclui diversas aves e jacarés.

Mas não é só isso. Criado em 1972, é o parque mais frequentado da capital. Lá também fica o Museu do Automóvel de Curitiba.

5. Memorial Ucraniano

Memorial Ucraniano, no Parque Tingui | Foto: Jaelson Lucas/SMCS

O espaço, que fica dentro do Parque Tingui, foi concebido para homenagear a participação ucraniana na formação do Paraná.

O memorial reproduz construções típicas dos imigrantes, como a capela de madeira em estilo bizantino, réplica da igreja ucraniana São Miguel Arcanjo, que fica no município de Mallet, PR.

 Lá ainda é possível adquirir souvenires e observar a arte e tradições ucranianas.

6. Mesquita Iman Ali Ibn Abi Tálib e Memorial Árabe

A fachada da Mesquita de Curitiba

No Centro, perto da feira do Largo, a Mesquita Imam Ali Ibn Abi Tálib é um prédio que chama atenção de quem passa com seus azulejos azuis, minaretes, arcos e cúpula tradicionais da arquitetura muçulmanos. Erguida em 1972, ela é uma das marcas da grande influência árabe no Paraná após a Segunda Guerra.

Resolvemos visitar a mesquita, que empresta véus a mulheres que queiram visitar (caso ache melhor, leve o seu) e fomos guiados pelo prédio por um de seus responsáveis, que nos explicou muitas coisas interessantíssimas e desconhecidas. Gostamos bastante do passeio.

Outro ponto que homenageia esta cultura é o Memorial Árabe. Em frente ao Passeio Público, o prédio cúbico foi construído em estilo mourisco em 1996, com diversas referências à arte e cultura árabes e funciona como biblioteca.

7. Bosque do Alemão

O Bosque Alemão com sua casa principal e campos verdes
Bosque do Alemão | Foto: Ricardo Almeida/SMCS

Outra homenagem a um dos povos que deram origem à mistura étnica de Curitiba, no Bosque Alemão ficam a fachada de uma antiga casa alemã, o mirante da Torre dos Filósofos, o oratório de Bach – uma réplica de igreja presbiteriana construída em estilo neogótico – , e a Casa da Bruxa, parte de uma trilha que conta a história de João e Maria através de painéis de azulejos.

A casa funciona como uma biblioteca de contos infantis.

8. Bosque Papa João Paulo II

As casinhas polonesas no Bosque Papa João Paulo II

Inaugurado em 1980 para celebrar a visita do papa polonês João Paulo II a Curitiba, o bosque guarda o Memorial da Imigração Polonesa.

O espaço possui sete casas de madeira, construídas no início da colonização polonesa em 1878 e remontadas no bosque segundo modelos da arquitetura dos imigrantes. O interior das casas preserva a vida dos recém chegados imigrantes poloneses em Curitiba.

9. Museu do Olho (Oscar Niemeyer)

O nome real é Museu Oscar Niemeyer, mas “Museu do Olho” é um nome muito mais popular e faz referência ao design da entrada do complexo – que é, na verdade, a representação de uma araucária, árvore símbolo do Estado.

O interior do Museu Oscar Niemeyer
O interior do Museu Oscar Niemeyer, na passagem subterrânea de um prédio a outro

Para conhecer um dos pontos mais famosos da capital paranaense, é possível adquirir ingressos através do site do museu. Lá dentro fica exposto as miniaturas de prédios famosos projetados por Niemeyer pelo mundo, além de exposições temporárias de vários temas. Seu corredor subterrâneo que une os 2 prédios é super fotogênico e digno de filmes futuristas como 2001: Uma Odisseia no Espaço.

Inaugurado em 2002, o MON é considerado o maior museu de arte da América Latina e expõe mais de 7 mil obras. 

10. Mercado Municipal

Mercado Municipal. Curitiba, 03/05/2007 Foto: Ivan Bueno/SMCS

Desde 1958, o Mercado Municipal fica na frente da Rodoferroviária de Curitiba.

Vale a pena conhecer o local que reúne uma imensa variedade de bancas de vegetais, delicatessens, ervas e temperos, bebidas, carnes, cafés, lojas com produtos para decoração e presentes, e muitas mais coisas.

Além disso, é um excelente para almoçar, nos restaurantes com influência de diversos países do segundo andar.

11. Torre Panorâmica

A Torre Panorâmica de Curitiba vista de cima
Vista aérea da Torre | Foto: Michel Willian/SMCS

O lugar que os curitibanos conhecem como “Torre da Telepar” se chama na verdade Torre Panorâmica e fica em um dos pontos mais altos da cidade, numa torre de telefonia – daí o nome.

De lá, é possível ter uma visão ampla e estonteante da cidade a mais de 100 metros de altura e também conhecer o Museu do Telefone. Os ingressos são vendidos no local.

12. Parque Tanguá

Oratório de Natal Curitibano, no Parque Tanguá | Foto: Daniel Castellano/SMCS

Construído em uma antiga pedreira desativada nos anos 1970, Tanguá é dividido em duas partes (superior e inferior).

Na primeira ficam um chafariz, mirantes e o Jardim Poty Lazzarotto, em estilo francês.

Na segunda, os turistas podem conhecer o lago, a lanchonete e uma cascata artificial.

É um lugar perfeito para passear com a família e ir ver o pôr do sol, que é lindo de lá. Além disso, perto do natal o parque exibe várias apresentações temáticas.

13. Bosque Zaninelli

Parque Zaninelli, Universidade Livre do Meio Ambiente Unilivre | Foto: Daniel Castellano/SMCS

Este é mais uma pedreira desativada que foi transformada nos anos 1990 no Bosque Zaninelli. Possui um lago, mirante e uma passarela na mata.

É também lá que se encontra a Unilivre (Universidade Livre do Meio Ambiente), uma organização não governamental focada em educar a população sobre meio ambiente e ecologia.

14. Linha Turismo

Linha Turismo | Foto: Orlando Kissner/SMCS

Curitiba facilita a vida de seus turistas não apenas com a oferta de transporte público, táxis e carros por aplicativo: a capital tem uma linha própria, chamada Linha Turismo, que circula pelos principais pontos turísticos da cidade.

O passeio completo dentro do ônibus dura 2h30, mas é possível descer ou embarcar em qualquer um dos 26 pontos pela cidade e conhecer com calma cada lugar.

O ingresso pode ser comprado diretamente nos veículos.

15. Comer no Batel e em Santa Felicidade

Uma parada obrigatória em Curitiba é sair para comer no Batel, que também é ponto certo para quem quer conhecer a vida noturna da cidade.

O bairro da região nobre é conhecido pelos restaurantes de culinária internacional, cafés, bares e pubs para todos os estilos. O cruzamento da rua Comendador Araújo com a General Dulcídio, por exemplo, exemplifica bem por sua alta concentração de bares com uma variedade incrível: pubs mexicanos, bares americanos, ingleses, street food árabe… Super indicamos o restaurante em formato izakaya Cho Street Food, que inova nos pratos japoneses com seus sushis gigantes e maravilhosos, além de drinks incríveis (o mais famoso deles vem dentro de um copo em formato de banheira com patinho de borracha e tudo).

Outra sugestão é comer no bairro de Santa Felicidade, que já foi uma antiga colônia de imigrantes italianos.

Lá há dezenas de restaurantes e, como seria de se esperar, a maioria deles especializados em cozinha italiana. Eles ficam concentrados principalmente na Av. Manoel Ribas, onde dividem espaço com bares, panificadoras e vinícolas. E é nessa via que se encontra também o Madalosso, maior restaurante da América Latina, com mais de 7,5 mil m².

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As 15 melhores dicas do que fazer em Curitiba, englobando:	Centro Histórico, Jardim Botânico, Museu do Olho, Ópera de Arame, Memorial Ucraniano e muitos outros.
 

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Sobre o Autor

Larissa

Larissa é nascida em Niterói/RJ, mas já estudou em Nova York e morou na Nova Zelândia por um ano antes de iniciar a volta ao mundo que terminou em 2016. Sonhando em viajar desde que se entende por gente, mantinha um caderno cheio de recortes de jornais e revistas sobre o Egito quando tinha 7 anos de idade. Hoje esse caderno é virtual e engloba vários destinos. Os “recortes” são produzidos por ela e pelo Carlos, semanalmente, no Vida Cigana.

2 Comentários

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  • “a influência dos imigrantes europeus que a fizeram uma bela mistura de culturas.” É uma BELA mistura de culturas apenas por causa dos EUROPEUS?

    • Oi Marina, tá problematizando com o que não está escrito. Os imigrantes que foram para Curitiba foram poloneses, húngaros, italianos, alemães, todos estes europeus. Assim como no Rio tiveram angolanos, quenianos, nigerianos, portugueses, franceses. Em Salvador foi bem parecido com o Rio. Em São Paulo ainda teve a influência japonesa. E TODOS FIZERAM UMA BELA MISTURA DE CULTURAS. Só que neste caso estou falando de Curitiba e de seus memoriais que em sua grande maioria são voltados aos imigrantes europeus. Não tem nada demais no que eu escrevi.

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